Assessor de clube catarinense relata agressão policial; árbitro incitou a violência
O assessor de imprensa da Chapecoense, Diego Carvalho, afirmou, através de uma nota oficial, que a agressão que sofreu por policiais militares no último sábado (13/7), após o empate entre sua equipe e o Joinville, pela Série B do Campeonato Brasileiro, teria sido incitada pelo árbitro da partida Jéfferson Schmitd, que também é major da Polícia Militar de Santa Catarina.
Atualizado em 16/07/2013 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Jornalista teria sido agredido a mando do juiz da partida
Segundo o Terra, Carvalho disse que a confusão começou quando foi devolver o colete de imprensa para pegar os seus documentos pessoais. O assessor relata que o árbitro incitou a agressão, dizendo que Cavalho não poderia estar no campo.
"Ao deparar com Schmidt, este incitou toda a violência de seus colegas de farda ao dizer que eu estava errado, pois apenas tinha a ACEG (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos), do meu Estado de origem, não possuía ACESC (Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina) e nem ABRACE (Associação Brasileira dos Cronistas Esportivos). Aliás, a nacional que paguei em janeiro passado e até hoje não me foi entregue pelo presidente da entidade gaúcha. Quando fui fazer a troca citada acima, colete pelo documento, levei um tapa no braço e fui agarrado de pronto por este rapaz. Nisso, a carteira caiu e aparentemente a situação iria apaziguar, até que, com algum código, a ordem passada foi me apagar",relatou o assessor.
Um pronunciamento sobre o caso do presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Pádua Peixoto Filho, está marcado para esta terça-feira (16/7).





