Assassino de jornalista condenado à prisão perpétua
Assassino de jornalista condenado à prisão perpétua
Atualizado em 06/05/2011 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Dois nacionalistas russos, integrantes de grupos paramilitares, foram condenados à prisão perpétua pelo assassino de uma jornalista e de um advogado envolvido em causas de direitos humanos.
Nikita Tikhonov e sua namorada, Yevgenia Khasis, assassinaram Stanislav Markelov, advogado, e Anastasia Baburova, que trabalhava no jornal Novaya Gazeta e retratava abusos dos direitos humanos na Rússia. Anastasia também noticiava a atuação de mílicias paramilitares no país. O crime aconteceu em 2009.
O Portal IMPRENSA noticiou, em 23 de abril desta ano, que o tribunal russo havia chegado a consenso sobre o destino dos dois. Conforme informava nota, a extensão das condenações seria informada no mês de maio.
Tikhonov foi sentenciado à prisão perpétua; sua amasia a 18 anos de reclusão.
O casal pertencia ao Russian National Unity (RNU), uma das milícias paramilitares reportadas pela jornalista e denunciada pelo advogado.
O assassinato dos dois, de acordo com o Ibtimes, ocorreu à luz do dia, em uma movimentada praça da capital russa, Moscou. Isso causou embaraço ao governo, acusado de fazer vistas grossas a crimes contra opositores.
Anastasia é a segunda repórter do Novaya morta por investigar assuntos referentes à violação dos direitos humanos. Em 2006, Anna Politkovskaya foi assassinada, depois de publicar uma série de reportagens sobre o abuso e violência de tropas russas que atuavam na Chechênia. Suspeita-se que ela tenha sido executada por integrantes do exército.
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Nikita Tikhonov e sua namorada, Yevgenia Khasis, assassinaram Stanislav Markelov, advogado, e Anastasia Baburova, que trabalhava no jornal Novaya Gazeta e retratava abusos dos direitos humanos na Rússia. Anastasia também noticiava a atuação de mílicias paramilitares no país. O crime aconteceu em 2009.
O Portal IMPRENSA noticiou, em 23 de abril desta ano, que o tribunal russo havia chegado a consenso sobre o destino dos dois. Conforme informava nota, a extensão das condenações seria informada no mês de maio.
Tikhonov foi sentenciado à prisão perpétua; sua amasia a 18 anos de reclusão.
O casal pertencia ao Russian National Unity (RNU), uma das milícias paramilitares reportadas pela jornalista e denunciada pelo advogado.
O assassinato dos dois, de acordo com o Ibtimes, ocorreu à luz do dia, em uma movimentada praça da capital russa, Moscou. Isso causou embaraço ao governo, acusado de fazer vistas grossas a crimes contra opositores.
Anastasia é a segunda repórter do Novaya morta por investigar assuntos referentes à violação dos direitos humanos. Em 2006, Anna Politkovskaya foi assassinada, depois de publicar uma série de reportagens sobre o abuso e violência de tropas russas que atuavam na Chechênia. Suspeita-se que ela tenha sido executada por integrantes do exército.
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