Assassino de Glauco é condenado a 61 anos de prisão por latrocínios em GO
Carlos Eduardo Sundsfeld Nunes, mais conhecido como Cadu, assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do filho dele, Raoni, foi condenado a 61 anos e seis meses de prisão.
Atualizado em 27/08/2015 às 13:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
conhecido como , assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do filho dele, Raoni, foi condenado a 61 anos e seis meses de prisão. A juíza Bianca Melo Cintra, da 5ª Vara Criminal de Goiânia (GO), anunciou a sentença na última quinta-feira (26/8).
Crédito:Aline Caetano/TJ-GO Carlos Eduardo Nunes foi condenado a 61 anos de prisão em regime fechado
De acordo com O Estado de S.Paulo , Cadu permanece preso, sem direito a recurso em liberdade. Na decisão, foi mencionado o "sarcasmo e o egocentrismo" do acusado, inclusive durante o interrogatório.
Cadu foi condenado a 54 anos pelos dois latrocínios cometidos em Goiânia no ano passado, mais dois anos e seis meses pelo crime de receptação, e mais cinco anos por porte de arma, além de 630 dias-multa.
A princípio, ele deve cumprir a pena em regime fechadopelos latrocínios cometidos contra o estudante Matheus Pinheiro de Morais e o agente Penitenciário Vinícius Lemes d'Abadia.
A juíza rejeitou o pedido da defesa para que ele seja submetido a avaliação psiquiátrica e tratamento particular, já que sua imputabilidade foi atestada em novo laudo médico.
Crédito:Aline Caetano/TJ-GO Carlos Eduardo Nunes foi condenado a 61 anos de prisão em regime fechado
De acordo com O Estado de S.Paulo , Cadu permanece preso, sem direito a recurso em liberdade. Na decisão, foi mencionado o "sarcasmo e o egocentrismo" do acusado, inclusive durante o interrogatório.
Cadu foi condenado a 54 anos pelos dois latrocínios cometidos em Goiânia no ano passado, mais dois anos e seis meses pelo crime de receptação, e mais cinco anos por porte de arma, além de 630 dias-multa.
A princípio, ele deve cumprir a pena em regime fechadopelos latrocínios cometidos contra o estudante Matheus Pinheiro de Morais e o agente Penitenciário Vinícius Lemes d'Abadia.
A juíza rejeitou o pedido da defesa para que ele seja submetido a avaliação psiquiátrica e tratamento particular, já que sua imputabilidade foi atestada em novo laudo médico.





