Assassinato de repórter e cinegrafista retoma discussão sobre controle de armas nos EUA
O assassinato da repórter Alison Parker e do cinegrafista Adam Ward, mortos na última quarta-feira (26/8) enquanto faziam uma gravação ao vivo para o telejornal " ", de uma afiliada da CBS na Virgínia, dos Estados Unidos, reacendeu a discussão a respeito do controle de armas de fogo no país.
Atualizado em 27/08/2015 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Família de jornalista quer barrar venda de armas nos EUA
Segundo a AFP, familiares, amigos e parte da comunidade de Virgínia – onde o crime acontece – manifestaram ser a favor da limitação do acesso às armas de fogo.
À WVPI, o presidente Barack Obama criticou a legislação americana sobre o tema. "Me dói o coração que aconteça algo como isso. O que sabemos é que o número daqueles que morrem em incidentes relacionados com armas de fogo é muito maior do que o de vítimas do terrorismo".
A candidata à presidência, Hillary Clinton, usou o Twitter para pedir a mudanças na regra. "Devemos agir para deter a violência com armas de fogo, não podemos esperar mais".
Família
A discussão a respeito da gerencia de armas de fogo nos EUA também chegou à família da repórter Alison Parker. O pai da jornalista, Andy Parker, prometeu que fará de tudo para uma mudança na legislação americana.
"Eu vou fazer alguma coisa, o que for preciso para obter uma legislação e garantir que loucos não tenham armas. Não é a última vez que você ouviu falar de mim, isso é algo do legado de Alison e que eu quero fazer acontecer", disse Parker, que revelou à Fox News já ter conversado sobre o assunto com o governador de Virgínia, Terry McAuliffe.





