Assassinato de jornalistas, ocorrido em 91', pode prescrever

Assassinato de jornalistas, ocorrido em 91', pode prescrever

Atualizado em 25/04/2011 às 15:04, por Redação Portal Imprensa.

Familiares dos jornalistas colombianos, Júlio Daniel Chaparro e Jorge Enrique Torres, assassinados há exatos 20 anos, apelam à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), contra a prescrição da ação penal no país, informa o .
Chaparro e Torres foram mortos a tiros na cidade de Segóvia, Norte colombiano, em 24 de abril de 1991, quando investigavam um massacre na região atribuído a organizações paramilitares, para o jornal El Espectador . "A investigação teve irregularidades e não foi exaustiva, por isso recorreremos a instâncias internacionais para encontrar a verdade", afirmou o historiador Daniel Chaparro, filho do jornalista assassinado.
O Ministério Público Federal da Colômbia anuncia o arquivamento do inquérito sobre o duplo homicídio e não considera o crime de "lesa-humanidade", o que impediria a prescrição da ação penal. A decisão foi criticada pelos principais jornais do país, afirma o site do , da Universidade de Austin (Texas).
Com sede em Washington, capital dos Estados Unidos, a CIDH é uma instância autônoma da Organização dos Estados Americanos (OEA) e tem, dentre suas diversas atribuições, a função de receber, analisar e investigar petições individuais que alegam violações dos direitos humanos.

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