Assange pede para autoridades francesas reagirem à revelação de espionagem
"A soberania [da França] não pode ser pisoteada", disse o fundador do WikiLeaks
Atualizado em 25/06/2015 às 11:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O fundador do WikiLeaks, , pediu à França que reaja às revelações sobre a prática de espionagem por parte dos Estados Unidos contra presidentes do país depois que Barack Obama assegurou ao colega François Hollande o fim da prática.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista quer que a França adote medidas mais duras após espionagem de presidentes
"A soberania [da França] não pode ser pisoteada", disse Assange, em entrevista à rede de TV privada francesa TF1. Ele garantiu que "chegou o momento" de Paris instaurar uma investigação parlamentar e um processo judicial.
Segundo a AFP, o presidente Hollande classificou como "inadmissíveis" as escutas da Agência de Segurança Nacional americana (NSA, em inglês) contra si próprio e seus antecessores, reveladas pelo WikiLeaks.
O jornal Libération e o portal de informação Mediapart publicaram na última terça-feira (23/6) documentos sobre a espionagem americana vazados pelo WikiLeaks. Assange afirmou que haverá novas revelações.
Os arquivos apontam que os serviços americanos espionaram, entre 2006 e 2012, os três últimos chefes de Estado franceses: Hollande, eleito em 2012, e seus dois antecessores, Nicolas Sarkozy (2007-2012) e Jacques Chirac (1995-2007).
Os relatórios mencionam também que Nicolas Sarkozy se via como "o único que podia resolver a crise financeira mundial" de 2008 e atribui a Chirac comentários sobre a "propensão" de seu ministro das Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, a dar "declarações inexatas e inoportunas".
Crédito:Wikimedia commons Jornalista quer que a França adote medidas mais duras após espionagem de presidentes
"A soberania [da França] não pode ser pisoteada", disse Assange, em entrevista à rede de TV privada francesa TF1. Ele garantiu que "chegou o momento" de Paris instaurar uma investigação parlamentar e um processo judicial.
Segundo a AFP, o presidente Hollande classificou como "inadmissíveis" as escutas da Agência de Segurança Nacional americana (NSA, em inglês) contra si próprio e seus antecessores, reveladas pelo WikiLeaks.
O jornal Libération e o portal de informação Mediapart publicaram na última terça-feira (23/6) documentos sobre a espionagem americana vazados pelo WikiLeaks. Assange afirmou que haverá novas revelações.
Os arquivos apontam que os serviços americanos espionaram, entre 2006 e 2012, os três últimos chefes de Estado franceses: Hollande, eleito em 2012, e seus dois antecessores, Nicolas Sarkozy (2007-2012) e Jacques Chirac (1995-2007).
Os relatórios mencionam também que Nicolas Sarkozy se via como "o único que podia resolver a crise financeira mundial" de 2008 e atribui a Chirac comentários sobre a "propensão" de seu ministro das Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, a dar "declarações inexatas e inoportunas".





