Assange diz que abandonará embaixada do Equador em Londres
Fundador do WkiLeaks se refugia a mais de dois anos para evitar extradição à Suécia.
Atualizado em 18/08/2014 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, afirmou nesta segunda-feira (18/8) que "em breve" deixará a embaixada do Equador em Londres, onde se refugia há mais de dois anos para evitar extradição à Suécia.
Crédito:Divulgação Jornalista relata problemas de saúde para deixar a embaixada
De acordo com a EFE, as declarações foram feitas durante uma entrevista coletiva na companhia do chanceler equatoriano Ricardo Patiño. Assange não deu detalhes de como será sua saída e disse que não se entregará às autoridades britânicas por motivos de saúde.
Segundo ele, estar sob retenção durante quatro anos em Londres "sem acusações" e dois deles na embaixada sem sair, refletiu negativamente em seu estado de saúde. O chanceler do Equador disse que "chegou a hora de libertar Assange" e que sejam respeitados seus direitos humanos.
O australiano se refugiou na embaixada no dia 19 de junho de 2012. O Reino Unido determinou que quando ele deixar o local será detido e entregue às autoridades suecas, que o acusam de cometar crimes sexuais. Para ele, as denúncias são um artifício para levá-lo aos EUA, onde poderia sofrer represálias pelas revelações do WikiLeaks.
Crédito:Divulgação Jornalista relata problemas de saúde para deixar a embaixada
De acordo com a EFE, as declarações foram feitas durante uma entrevista coletiva na companhia do chanceler equatoriano Ricardo Patiño. Assange não deu detalhes de como será sua saída e disse que não se entregará às autoridades britânicas por motivos de saúde.
Segundo ele, estar sob retenção durante quatro anos em Londres "sem acusações" e dois deles na embaixada sem sair, refletiu negativamente em seu estado de saúde. O chanceler do Equador disse que "chegou a hora de libertar Assange" e que sejam respeitados seus direitos humanos.
O australiano se refugiou na embaixada no dia 19 de junho de 2012. O Reino Unido determinou que quando ele deixar o local será detido e entregue às autoridades suecas, que o acusam de cometar crimes sexuais. Para ele, as denúncias são um artifício para levá-lo aos EUA, onde poderia sofrer represálias pelas revelações do WikiLeaks.





