As vaquinhas que dão trabalho | Por Ana Paula Giovanetti - UNIP(SP)
As vaquinhas que dão trabalho | Por Ana Paula Giovanetti - UNIP(SP)
Atualizado em 31/10/2005 às 10:10, por
Por: Ana Paula Giovanetti - Universidade Paulista (São Paulo/SP).
Durante dois meses, o Cow Parade vai ficar exposto pelas ruas de São Paulo. Batemos um papo rápido com Roberta Martinho, 31, produtora executiva do evento para sabermos quais foram as dificuldades encontradas durante a organização do evento.
Há quanto tempo vocês estão tentando organizar o Cow Parade no Brasil? Pois a parada é realizada desde 1998.
Roberta Martinho: Estamos organizando o evento há pouco mais de um ano. O Cow Parade tem uma logística muito complicada. Primeiro, fazer um portifólio com projetos de artistas, após a captação de recursos. Para ser preciso um numero grande de patrocinadores, o tempo de capital é bastante longo.
Quais os patrocínios que a empresa conseguiu para organizar a parada?
RM: De micro-empresas como a loja de roupas infantis Lubi Dubi à grandes multinacionais como a Wolksvagen, passando por Nike, H. Stern, Malwee, Chilli Beans, Swatch, Eparema, Neosaldina. Foram mais de 60.
Há alguma cidade em que as vaquinhas ficam expostas o ano todo?
RM: Não. O Cow Parade é um modelo de evento o qual para fazê-lo é necessário seguir exatamente as regras. O tempo de exposição é de dois meses.
Para onde vai o dinheiro arrecadado com o leilão das vaquinhas?
RM: Todo dinheiro arrecadado vai para a Fundação Abrinq.
Quais os artistas que colaboraram na pintura das vaquinhas?
RM: A meta da exposição era reunir diversas linguagens sobre um mesmo objeto: a escultura da vaca. Artistas plásticos, cartunistas, designers, estilistas estão entre o conjunto de colaboradores, além de jovens profissionais emergentes que tiveram seu projeto selecionado pelo comitê de arte do projeto.
Nos EUA as vaquinhas viraram o quarto maior item de coleção em miniaturas. Há intenção de transformar as vaquinhas brasileiras em miniatura?
RM: Não. O bacana da exposição é o inusitado e este impacto só é possível uma vez, a repetição tornaria o evento banal.
A parada vai percorrer outras cidades brasileiras ou só vai ficar restrita à São Paulo?
RM: Esperamos conseguir realizar em outros estados, pois temos a licença por três anos.
Há quanto tempo vocês estão tentando organizar o Cow Parade no Brasil? Pois a parada é realizada desde 1998.
Roberta Martinho: Estamos organizando o evento há pouco mais de um ano. O Cow Parade tem uma logística muito complicada. Primeiro, fazer um portifólio com projetos de artistas, após a captação de recursos. Para ser preciso um numero grande de patrocinadores, o tempo de capital é bastante longo.
Quais os patrocínios que a empresa conseguiu para organizar a parada?
RM: De micro-empresas como a loja de roupas infantis Lubi Dubi à grandes multinacionais como a Wolksvagen, passando por Nike, H. Stern, Malwee, Chilli Beans, Swatch, Eparema, Neosaldina. Foram mais de 60.
Há alguma cidade em que as vaquinhas ficam expostas o ano todo?
RM: Não. O Cow Parade é um modelo de evento o qual para fazê-lo é necessário seguir exatamente as regras. O tempo de exposição é de dois meses.
Para onde vai o dinheiro arrecadado com o leilão das vaquinhas?
RM: Todo dinheiro arrecadado vai para a Fundação Abrinq.
Quais os artistas que colaboraram na pintura das vaquinhas?
RM: A meta da exposição era reunir diversas linguagens sobre um mesmo objeto: a escultura da vaca. Artistas plásticos, cartunistas, designers, estilistas estão entre o conjunto de colaboradores, além de jovens profissionais emergentes que tiveram seu projeto selecionado pelo comitê de arte do projeto.
Nos EUA as vaquinhas viraram o quarto maior item de coleção em miniaturas. Há intenção de transformar as vaquinhas brasileiras em miniatura?
RM: Não. O bacana da exposição é o inusitado e este impacto só é possível uma vez, a repetição tornaria o evento banal.
A parada vai percorrer outras cidades brasileiras ou só vai ficar restrita à São Paulo?
RM: Esperamos conseguir realizar em outros estados, pois temos a licença por três anos.






