As TVs comunitárias, dentro das TVs a cabo, não atendem às comunidades

As TVs comunitárias, dentro das TVs a cabo, não atendem às comunidades

Atualizado em 17/08/2005 às 11:08, por Erik Rodrigues/Pimenta Comunicação.

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A falta de recursos das TVs Comunitárias para criar sua programação e a carência de meios que facilitem o acesso a seus expectadores integram a reportagem de capa da revista ARede - tecnologia para a inclusão social, edição n°5. A matéria traz ainda as bem-sucedidas experiências de canais comunitários como as TVs Rocinha e Floripa, e casos de TVs de rua, como a TV Janela, de Fortaleza, que promovem oficinas de vídeo popular para exibição em telões nos bairros pobres.

Em paralelo, a recente regulamentação da atividade dos antenistas e projetos de lei que tramitam no Congresso com o objetivo de reverter as contradições que ainda impedem a articulação dos canais comunitários com a produção e a cultura popular também são assuntos abordados na matéria, cujo título é "A TV Comunitária agoniza nos canais fechados".

Sobre ARede
Lançada em maio deste ano pela Momento Editorial, a revista ARede - tecnologia para a inclusão social é a primeira dedicada ao uso das Tecnologias da Informação e Comunicações (TICs) em projetos e ações de inclusão social. Ela é gratuita, mensal, distribuída nacionalmente, e conta com uma tiragem de 15 mil exemplares/mês.