As manobras de André Preto no skate e as cervejas do sommelier Raphael Rodrigues
Crédito:André Bastida André Preto é jornalista e skatista. Ou vice-versa. Entre rodinhas e redação Aos sete anos de idade André Preto via noticiários e dividia um skate com um vizinho.
Atualizado em 03/06/2014 às 13:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
jornalista e skatista. Ou vice-versa.
Entre rodinhas e redação Aos sete anos de idade André Preto via noticiários e dividia um skate com um vizinho. Hoje, aos 39, ele está formado em jornalismo e já trabalhou para veículos como Band, ESPN, Terra, Fox Sports, Globo, além do Comitê Paralímpico Brasileiro. Na infância, ele sonhava trabalhar na imprensa, só não imaginava que as rodinhas também o acompanhariam. “Meu pai me deu um skate com 10 anos; com 14, eu caí e quebrei os dois dentes da frente. Fiquei assustado. Com 15, comecei a trabalhar e não achava que ia andar de novo de skate”, lembra.
Mas, aos 21, foi aprender inglês na Califórnia e logo comprou um skate para locomoção. Após anos de treino, ele recebeu apoio de marcas e participou de campeonatos mundiais, como Almabtrieb Downhill, na Alemanha, onde ficou em 7.º lugar. “Nunca tive carteira assinada no skate, mas sempre tive ajuda com equipamento, inscrições de campeonato e custos de viagens. Ando por amor. O skate se paga, mas não paga minhas contas”, diz.
A modalidade downhill (descer percursos em alta velocidade) é a preferida e toma boa parte de seu tempo livre, ao lado das paixões por carros antigos e viajar. Pelo mundo, ele trabalhou em supermercado, entregou comida de restaurante chinês; foi auxiliar de dentista de cavalo (Califórnia); salva-vidas de condomínio; barman em um pub irlandês (Madri); trabalhou em um sushi bar; foi instrutor de skates e fez manutenção em quadras de tênis (Suíça). No Brasil, o menino grande sonha juntar os dois erres: quer ter um programa de skate.
Mestre cervejeiro Crédito:Divulgação
Raphael Rodrigues mantém um blog sobre cervejas gourmet Regulamentada no Brasil em 2011, a profissão de sommelier encontra um mercado em franca expansão. E foi nesse universo que o jornalista Raphael Rodrigues decidiu apostar. Desde 2009, ele mantém o blog All Beer e, já no ano seguinte, se formou na primeira turma do curso de sommelier de cerveja pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP). “Eu consegui juntar as duas profissões, elas andam muito juntas. Não teria como separar”, afirma.
Já formado pela ABS-SP, começou a trabalhar nas redes sociais da Tarantino, uma importadora de cerveja em São Paulo. “Foi uma experiência excepcional, pois passei a conviver diariamente com pessoas da área e sentir a rotina de uma importadora”, conta. Além de alimentar as redes sociais, o jornalista participava de todos os eventos da companhia e produzia releases sobre os lançamentos.
“Já fui convidado para elaborar cartas de harmonização em restaurantes, mas não tenho tanto interesse. Gosto mais da parte do estudo e de passar a notícia. Mas, sempre participo como convidado em eventos sobre o tema”, completa. Formado em jornalismo pela Universidade São Marcos (São Paulo), Raphael já atuou como revisor de textos em diversas agências de publicidade e como repórter da extinta revista Mosh. Sobre o mercado de cervejas artesanais, o jornalista acredita que, apesar de novo, é um ramo que ganha cada vez mais atenção.

Entre rodinhas e redação Aos sete anos de idade André Preto via noticiários e dividia um skate com um vizinho. Hoje, aos 39, ele está formado em jornalismo e já trabalhou para veículos como Band, ESPN, Terra, Fox Sports, Globo, além do Comitê Paralímpico Brasileiro. Na infância, ele sonhava trabalhar na imprensa, só não imaginava que as rodinhas também o acompanhariam. “Meu pai me deu um skate com 10 anos; com 14, eu caí e quebrei os dois dentes da frente. Fiquei assustado. Com 15, comecei a trabalhar e não achava que ia andar de novo de skate”, lembra.
Mas, aos 21, foi aprender inglês na Califórnia e logo comprou um skate para locomoção. Após anos de treino, ele recebeu apoio de marcas e participou de campeonatos mundiais, como Almabtrieb Downhill, na Alemanha, onde ficou em 7.º lugar. “Nunca tive carteira assinada no skate, mas sempre tive ajuda com equipamento, inscrições de campeonato e custos de viagens. Ando por amor. O skate se paga, mas não paga minhas contas”, diz.
A modalidade downhill (descer percursos em alta velocidade) é a preferida e toma boa parte de seu tempo livre, ao lado das paixões por carros antigos e viajar. Pelo mundo, ele trabalhou em supermercado, entregou comida de restaurante chinês; foi auxiliar de dentista de cavalo (Califórnia); salva-vidas de condomínio; barman em um pub irlandês (Madri); trabalhou em um sushi bar; foi instrutor de skates e fez manutenção em quadras de tênis (Suíça). No Brasil, o menino grande sonha juntar os dois erres: quer ter um programa de skate.
Mestre cervejeiro Crédito:Divulgação
Raphael Rodrigues mantém um blog sobre cervejas gourmet Regulamentada no Brasil em 2011, a profissão de sommelier encontra um mercado em franca expansão. E foi nesse universo que o jornalista Raphael Rodrigues decidiu apostar. Desde 2009, ele mantém o blog All Beer e, já no ano seguinte, se formou na primeira turma do curso de sommelier de cerveja pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP). “Eu consegui juntar as duas profissões, elas andam muito juntas. Não teria como separar”, afirma. Já formado pela ABS-SP, começou a trabalhar nas redes sociais da Tarantino, uma importadora de cerveja em São Paulo. “Foi uma experiência excepcional, pois passei a conviver diariamente com pessoas da área e sentir a rotina de uma importadora”, conta. Além de alimentar as redes sociais, o jornalista participava de todos os eventos da companhia e produzia releases sobre os lançamentos.
“Já fui convidado para elaborar cartas de harmonização em restaurantes, mas não tenho tanto interesse. Gosto mais da parte do estudo e de passar a notícia. Mas, sempre participo como convidado em eventos sobre o tema”, completa. Formado em jornalismo pela Universidade São Marcos (São Paulo), Raphael já atuou como revisor de textos em diversas agências de publicidade e como repórter da extinta revista Mosh. Sobre o mercado de cervejas artesanais, o jornalista acredita que, apesar de novo, é um ramo que ganha cada vez mais atenção.






