As guloseimas de Biba Retamozo e as produções artísticas de Ricardo Finocchiaro
Crédito: Marginal Club Segredos de forno e fogão Os aromas e sabores da culinária gaúcha sempre fascinaram Biba Retamozo. Logo aos oito anos, observava atenta cada detalhe do preparo do tradicional churrasco de chão e a famosa galinhada caipira das avós.
Atualizado em 05/08/2014 às 13:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
forno e fogão
Os aromas e sabores da culinária gaúcha sempre fascinaram Biba Retamozo. Logo aos oito anos, observava atenta cada detalhe do preparo do tradicional churrasco de chão e a famosa galinhada caipira das avós. O feijão encorpado com beterraba da mãe também é uma grata lembrança da infância. Mas a influência do pai, escritor e poeta tradicionalista, acabou falando mais alto. A literatura a fisgou de tal maneira que quando teve que decidir qual profissão seguir, não deu outra: quis ser jornalista.
Nem por isso deixou de lado suas experiências gastronômicas. “Como sempre fui chata para comer, comecei a levar petiscos para a redação”, confessa a jornalista, ex-editora de web do Grupo RBS. “A coisa foi tomando um corpo que, em menos de seis meses, estava fazendo as festas de aniversário dos colegas e dos seus filhos”, diverte-se. Foi quando decidiu se especializar na área.
Biba fez cursos rápidos de sobremesas, tortas e cupcakes, e, aos poucos, viu o hobby se transformar em negócio. Em 2010, se especializou em panificação e confeitaria e foi deixando a comunicação. A mudança foi natural, apesar de não se arrepender de ter estudado jornalismo.
Hoje, à frente da Maria Bolachinha, grife de doces e salgados artesanais, a jornalista encontrou um novo desafio. Dos segredos aprendidos na infância aliados aos conhecimentos adquiridos nos cursos, ela prepara quitutes de raiz, sem a adição de corantes, aromatizantes e confeitos industrializados. “Essa brincadeira, que começou ainda na redação, se transformou no meu projeto de vida”.
Dos gramados aos palcos
Crédito:Arquivo Pessoal Por volta dos 17 anos, Ricardo Finocchiaro decidiu ingressar no jornalismo por gostar muito de futebol. Porém, pouco antes de passar no vestibular, já havia desmistificado o 'glamour' futebolístico ao constatar que, em mesas de bar e churrascos com os amigos, falavam as mesmas coisas que os próprios jornalistas do meio. À época, o porto alegrense se encantou pela música e mudou de propósito: queria escrever sobre cultura.
Após formado, mesmo querendo seguir como jornalista, as oportunidades como produtor cultural eram muito maiores e, financeiramente, mais interessantes. “Acabei, de forma natural, seguindo no ramo da produção artística, trabalhando com bandas locais cada vez mais e realizando eventos que ficaram marcados na cena da cidade”, conta Ricardo. Com o tempo, o reconhecimento ao seu trabalho cresceu e, de produtor local underground, ele passou a produzir shows nacionais e internacionais.
“Desde 2003, a assinatura do meu trabalho é a Abstratti Produtora, que se confunde com meu próprio nome, pois é como se fosse uma filha pra mim”. Onze anos depois, ele já trabalhou com mais de cinquenta artistas internacionais e para grandes produtoras de Porto Alegre. “Hoje em dia, ouso dizer que sou realizado com meu trabalho e tenho orgulho de todos os eventos que participei, mas não nego que a faculdade de jornalismo me deu uma boa base para lidar com diversas situações que passei”, finaliza.

Os aromas e sabores da culinária gaúcha sempre fascinaram Biba Retamozo. Logo aos oito anos, observava atenta cada detalhe do preparo do tradicional churrasco de chão e a famosa galinhada caipira das avós. O feijão encorpado com beterraba da mãe também é uma grata lembrança da infância. Mas a influência do pai, escritor e poeta tradicionalista, acabou falando mais alto. A literatura a fisgou de tal maneira que quando teve que decidir qual profissão seguir, não deu outra: quis ser jornalista.
Nem por isso deixou de lado suas experiências gastronômicas. “Como sempre fui chata para comer, comecei a levar petiscos para a redação”, confessa a jornalista, ex-editora de web do Grupo RBS. “A coisa foi tomando um corpo que, em menos de seis meses, estava fazendo as festas de aniversário dos colegas e dos seus filhos”, diverte-se. Foi quando decidiu se especializar na área.
Biba fez cursos rápidos de sobremesas, tortas e cupcakes, e, aos poucos, viu o hobby se transformar em negócio. Em 2010, se especializou em panificação e confeitaria e foi deixando a comunicação. A mudança foi natural, apesar de não se arrepender de ter estudado jornalismo.
Hoje, à frente da Maria Bolachinha, grife de doces e salgados artesanais, a jornalista encontrou um novo desafio. Dos segredos aprendidos na infância aliados aos conhecimentos adquiridos nos cursos, ela prepara quitutes de raiz, sem a adição de corantes, aromatizantes e confeitos industrializados. “Essa brincadeira, que começou ainda na redação, se transformou no meu projeto de vida”.
Dos gramados aos palcos
Crédito:Arquivo Pessoal Por volta dos 17 anos, Ricardo Finocchiaro decidiu ingressar no jornalismo por gostar muito de futebol. Porém, pouco antes de passar no vestibular, já havia desmistificado o 'glamour' futebolístico ao constatar que, em mesas de bar e churrascos com os amigos, falavam as mesmas coisas que os próprios jornalistas do meio. À época, o porto alegrense se encantou pela música e mudou de propósito: queria escrever sobre cultura.
Após formado, mesmo querendo seguir como jornalista, as oportunidades como produtor cultural eram muito maiores e, financeiramente, mais interessantes. “Acabei, de forma natural, seguindo no ramo da produção artística, trabalhando com bandas locais cada vez mais e realizando eventos que ficaram marcados na cena da cidade”, conta Ricardo. Com o tempo, o reconhecimento ao seu trabalho cresceu e, de produtor local underground, ele passou a produzir shows nacionais e internacionais.
“Desde 2003, a assinatura do meu trabalho é a Abstratti Produtora, que se confunde com meu próprio nome, pois é como se fosse uma filha pra mim”. Onze anos depois, ele já trabalhou com mais de cinquenta artistas internacionais e para grandes produtoras de Porto Alegre. “Hoje em dia, ouso dizer que sou realizado com meu trabalho e tenho orgulho de todos os eventos que participei, mas não nego que a faculdade de jornalismo me deu uma boa base para lidar com diversas situações que passei”, finaliza.






