As flores delivery de Marina Gurgel e a vida diplomática de Alessandra Vinhas
Bikes floridas Marina Gurgel Prado, 27, foi repórter do F5, site de entretenimento da Folha de S.Paulo, até o fim de 2012, quando resolveusair do jornal sem destino definido.
Atualizado em 09/12/2013 às 16:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
27, foi repórter do F5, site de entretenimento da Folha de S.Paulo, até o fim de 2012, quando resolveu sair do jornal sem destino definido. E com pressões financeiras a resolver, afinal tinha acabado de se casar. Ela não imaginava que encontraria uma solução profissional produzindo arranjos de flores e vendendo de bicicleta. “O negócio começou a dar certo pra valer dois meses depois, quando começaram as assinaturas mensais de flores”, explica ela, por acaso mantendo uma estratégia das empresas jornalísticas.
Crédito:Carol Bastos A jornalista se especializou em arranjos de flores A florista-ciclista diz que já gostava de montar arranjos de flores. “Tinha virado até melhor amiga da feirante, de tanto comprar maços lá”, lembra. Mas era somente para enfeitar sua própria casa. A ideia de fazer disso uma profissão, com o projeto “A Bela do Dia”, só veio mesmo uma semana depois de ter pedido demissão do jornal. Foi quando conheceu sua atual sócia, Tatiana Pascowitch, 39, em um churrasco na casa de um amigo em comum. E ficou encantada com a proposta dela.
Como preparação fez curso de arranjos florais em Holambra (SP), adquiriu e pintou bicicletas e se muniu de muita coragem. E, claro, procura se diferenciar das floriculturas. Por exemplo, se um rapaz vem pedir uma rosa vermelha para a namorada, ela sugere algo menos comum, como dálias rosas, celósia, frésia ou narciso. “Trabalhamos apenas com as flores do dia, que compramos cedo e vemos que estão mais frescas e que são da estação”, finaliza.
Comunicação diplomática
Fazer a ponte entre jornalistas e autoridades políticas de todo o mundo, dominar assuntos de alta complexidade, além de ter a habilidade de assimilar com facilidade mudanças repentinas de país. Essas são apenas algumas das atribuições da diplomata Alessandra Vinhas, assessora de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty.
Crédito:Arquivo Pessoal
Antes de ser diplomata, a jornalista foi repórter da IMPRENSA Formada em jornalismo há 21 anos, Alessandra tem passagens pelas revistas VIP e IMPRENSA, de onde se recorda com entusiasmo de ter entrevistado inúmeros “coleguinhas” antes de se dedicar integralmente ao concurso público do Instituto Rio Branco. “Quando entrei na revista IMPRENSA era ainda estagiária, ajudava na produção do prêmio Líbero Badaró. Meu sonho era fazer parte da redação, mas isso só ocorreu quando me formei, aos 21 anos”, lembra.
Depois de uma maratona intensa de estudos de quase dois anos e a conquista da posição de diplomata, Alessandra teve passagens pela embaixada do Brasil no Peru, em que cuidava das relações com a imprensa para, em seguida, se mudar para Portugal, onde dava apoio aos brasileiros que viviam no país. Passaria ainda pela Nova Zelândia, antes de finalmente retornar ao Brasil, há quase quatro anos. “O jornalismo foi uma ótima escola. Ser um bom comunicador e conhecer os deadlines e rotinas de uma redação são muito bem-vindos na diplomacia”, finaliza.

Crédito:Carol Bastos A jornalista se especializou em arranjos de flores A florista-ciclista diz que já gostava de montar arranjos de flores. “Tinha virado até melhor amiga da feirante, de tanto comprar maços lá”, lembra. Mas era somente para enfeitar sua própria casa. A ideia de fazer disso uma profissão, com o projeto “A Bela do Dia”, só veio mesmo uma semana depois de ter pedido demissão do jornal. Foi quando conheceu sua atual sócia, Tatiana Pascowitch, 39, em um churrasco na casa de um amigo em comum. E ficou encantada com a proposta dela.
Como preparação fez curso de arranjos florais em Holambra (SP), adquiriu e pintou bicicletas e se muniu de muita coragem. E, claro, procura se diferenciar das floriculturas. Por exemplo, se um rapaz vem pedir uma rosa vermelha para a namorada, ela sugere algo menos comum, como dálias rosas, celósia, frésia ou narciso. “Trabalhamos apenas com as flores do dia, que compramos cedo e vemos que estão mais frescas e que são da estação”, finaliza.
Comunicação diplomática
Fazer a ponte entre jornalistas e autoridades políticas de todo o mundo, dominar assuntos de alta complexidade, além de ter a habilidade de assimilar com facilidade mudanças repentinas de país. Essas são apenas algumas das atribuições da diplomata Alessandra Vinhas, assessora de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty.
Crédito:Arquivo Pessoal
Antes de ser diplomata, a jornalista foi repórter da IMPRENSA Formada em jornalismo há 21 anos, Alessandra tem passagens pelas revistas VIP e IMPRENSA, de onde se recorda com entusiasmo de ter entrevistado inúmeros “coleguinhas” antes de se dedicar integralmente ao concurso público do Instituto Rio Branco. “Quando entrei na revista IMPRENSA era ainda estagiária, ajudava na produção do prêmio Líbero Badaró. Meu sonho era fazer parte da redação, mas isso só ocorreu quando me formei, aos 21 anos”, lembra. Depois de uma maratona intensa de estudos de quase dois anos e a conquista da posição de diplomata, Alessandra teve passagens pela embaixada do Brasil no Peru, em que cuidava das relações com a imprensa para, em seguida, se mudar para Portugal, onde dava apoio aos brasileiros que viviam no país. Passaria ainda pela Nova Zelândia, antes de finalmente retornar ao Brasil, há quase quatro anos. “O jornalismo foi uma ótima escola. Ser um bom comunicador e conhecer os deadlines e rotinas de uma redação são muito bem-vindos na diplomacia”, finaliza.






