Artigo de Breno Altman veiculado no jornal digital 247 é contestado por ex-militante petista
Em resposta ao artigo do jornalista Breno Altman publicado no jornal digital 247 na última segunda-feira (10/6), referente à biografia de José Dirceu, o ex-petista Paulo de Tarso Venceslau escreveu que Altman faz "conveniente omissão" (ou revela desconhecimento, como ele próprio sugere) em seu texto.
Atualizado em 12/06/2013 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Breno Altman publicado no jornal digital 247 na última segunda-feira (10/6), referente à biografia de José Dirceu, o ex-petista Paulo de Tarso Venceslau escreveu que Altman faz "conveniente omissão" (ou revela desconhecimento, como ele próprio sugere) em seu texto.
Segundo o 247, no artigo, Altman critica a falta de comprovação, por parte de Otávio Cabral, autor de “Dirceu, A Biografia”, de uma série de informações publicadas no livro, além da parcialidade do escritor ao escolher apenas inimigos do biografado como entrevistados.
O jornalista também diz no texto que Venceslau é "um dos depoentes que dá a cara" e que seus relatos foram tratados como "verdade cristalina, sem qualquer contraponto".
Amigo de Dirceu na época de ditadura, o ex-militante do PT afirma ter sido expulso do partido em 1998 por ser contra as "lambanças" do "compadre de Lula" na direção da legenda e conta que chegou a sofrer um atentado enquanto investigava irregularidades contra o ex-ministro. Altman "ficaria corado", diz ele, "diante do stalinismo da direção petista que tenta me apagar da verdadeira História".
Segundo o 247, no artigo, Altman critica a falta de comprovação, por parte de Otávio Cabral, autor de “Dirceu, A Biografia”, de uma série de informações publicadas no livro, além da parcialidade do escritor ao escolher apenas inimigos do biografado como entrevistados.
O jornalista também diz no texto que Venceslau é "um dos depoentes que dá a cara" e que seus relatos foram tratados como "verdade cristalina, sem qualquer contraponto".
Amigo de Dirceu na época de ditadura, o ex-militante do PT afirma ter sido expulso do partido em 1998 por ser contra as "lambanças" do "compadre de Lula" na direção da legenda e conta que chegou a sofrer um atentado enquanto investigava irregularidades contra o ex-ministro. Altman "ficaria corado", diz ele, "diante do stalinismo da direção petista que tenta me apagar da verdadeira História".





