Arnaldo Jabor volta a publicar coluna no "Caderno 2" do Estadão
Na próxima terça-feira (12/4), o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor retornará ao "Caderno 2", do jornal O Estado de S. Paulo, com
Atualizado em 11/04/2016 às 15:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na próxima terça-feira (12/4), o jornalista e cineasta retornará ao "Caderno 2", do jornal O Estado de S. Paulo , como colunista. Ele deixou de publicar no veículo em abril do ano passado, após 14 anos de colaboração.
Crédito:Reprodução Arnaldo Jabor retorna ao "Caderno 2" após um ano longe do "Estadão"
Segundo o jornal, Jabor promete manter-se fiel a si mesmo. "Posso até provocar polêmica, como você diz, mas não é uma coisa programada. Quero continuar sendo como sempre fui. Poucas certezas - algumas. Sou o cara que diz o que os outros não têm coragem de dizer", afirmou.
As abordagens de seus textos vão desde cinema à política. Conhecido por suas opiniões, o jornalista define-se como independente. Para ele, é difícil falar para quem é maniqueísta ou dogmático. "Não sou uma fortaleza. Admito que sou contraditório, que mudo de posição. Mas a vida é assim, o mundo é assim, dinâmico".
No período em que atuou no jornal, Jabor foi escolhido, em 2008, como o colunista mais popular na pesquisa realizada pelo Barômetro de Imprensa/FSB. O fim de sua coluna ocorreu logo depois da onda de demissões em massa no Estadão , que gerou a saída de 125 profissionais, entre eles 40 jornalistas.
Crédito:Reprodução Arnaldo Jabor retorna ao "Caderno 2" após um ano longe do "Estadão"
Segundo o jornal, Jabor promete manter-se fiel a si mesmo. "Posso até provocar polêmica, como você diz, mas não é uma coisa programada. Quero continuar sendo como sempre fui. Poucas certezas - algumas. Sou o cara que diz o que os outros não têm coragem de dizer", afirmou.
As abordagens de seus textos vão desde cinema à política. Conhecido por suas opiniões, o jornalista define-se como independente. Para ele, é difícil falar para quem é maniqueísta ou dogmático. "Não sou uma fortaleza. Admito que sou contraditório, que mudo de posição. Mas a vida é assim, o mundo é assim, dinâmico".
No período em que atuou no jornal, Jabor foi escolhido, em 2008, como o colunista mais popular na pesquisa realizada pelo Barômetro de Imprensa/FSB. O fim de sua coluna ocorreu logo depois da onda de demissões em massa no Estadão , que gerou a saída de 125 profissionais, entre eles 40 jornalistas.





