Após venda, Huffington Post usará rede de jornalismo da AOL para expandir cobertura
Após venda, Huffington Post usará rede de jornalismo da AOL para expandir cobertura
Atualizado em 11/02/2011 às 18:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
No começo da semana, o site Huffington Post foi vendido para a AOL por US$ 315 milhões e levantou dúvidas a respeito das consequências da fusão entre o provedor e o noticioso de Arianna Huffington, responsável por sua criação.
Para evitar a proliferação de especulações que poderiam desabonar o site, a própria Arianna se pronunciou em defesa da fusão. Em entrevista ao Washington Post, ela afirmou que, com o apoio da AOL, pretende expandir o jornalismo cidadão e utilizar a rede de sites de jornalismo hiperlocal da AOL, Patch.com, com a intenção de aumentar a cobertura antes das eleições de 2012.
Ainda que exista o temor de que o Huffington abandone suas raízes após se vendido para a AOL, Arianna defende sua criação afirmando que o site vem se distanciando da "política progressista" há algum tempo.
Tina Dupuy, editora do Fishbowl LA e colaboradora do Huffington Post, afirmou que o site "pode ser uma voz alternativa ou pode ser uma grande revista da internet e, claramente, evoluiu para isso".
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Para evitar a proliferação de especulações que poderiam desabonar o site, a própria Arianna se pronunciou em defesa da fusão. Em entrevista ao Washington Post, ela afirmou que, com o apoio da AOL, pretende expandir o jornalismo cidadão e utilizar a rede de sites de jornalismo hiperlocal da AOL, Patch.com, com a intenção de aumentar a cobertura antes das eleições de 2012.
Ainda que exista o temor de que o Huffington abandone suas raízes após se vendido para a AOL, Arianna defende sua criação afirmando que o site vem se distanciando da "política progressista" há algum tempo.
Tina Dupuy, editora do Fishbowl LA e colaboradora do Huffington Post, afirmou que o site "pode ser uma voz alternativa ou pode ser uma grande revista da internet e, claramente, evoluiu para isso".
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