Após ser baleado no rosto, fotojornalista palestino é impedido de entrar em Jerusalém
O fotojornalista palestino Nidal Eshtayeh afirmou na última quarta-feira (10/6) ter sido barrado por soldados israelenses de entrar em Jerusalém.
Atualizado em 12/06/2015 às 18:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
na última quarta-feira (10/6) ter sido barrado por soldados israelenses de entrar em Jerusalém. O fato ocorreu após ele ser baleado no rosto durante uma manifestação na cidade de Nablus, na Cisjordânia, no dia 16 de maio.
Crédito:Reprodução Jornalista levou tiro de borracha no olho de soldado israelense
De acordo com o The Eletronic Intifada , o jornalista cobria a manifestação quando foi atingido no olho por um tiro de bala de borracha, desferido pelo exercito de Israel. "Eu levantei a câmera para tirar uma foto e um soldado atirou bem no meu olho", disse Eshtayeh.
Logo após o tiro, ele foi encaminho a um hospital em Nablus, mas os médicos solicitaram um encaminhamento ao hospital dos olhos de São João, em Jerusalém. Lá, o jornalista, por ser palestino, teve que solicitar uma autorização de entrada ao governo israelense, pedido que foi negado. Ele ainda tentou outra solicitação, desta vez com um advogado de Israel, mas, novamente, teve a requisição indeferida.
Crédito:Reprodução Jornalista levou tiro de borracha no olho de soldado israelense
De acordo com o The Eletronic Intifada , o jornalista cobria a manifestação quando foi atingido no olho por um tiro de bala de borracha, desferido pelo exercito de Israel. "Eu levantei a câmera para tirar uma foto e um soldado atirou bem no meu olho", disse Eshtayeh.
Logo após o tiro, ele foi encaminho a um hospital em Nablus, mas os médicos solicitaram um encaminhamento ao hospital dos olhos de São João, em Jerusalém. Lá, o jornalista, por ser palestino, teve que solicitar uma autorização de entrada ao governo israelense, pedido que foi negado. Ele ainda tentou outra solicitação, desta vez com um advogado de Israel, mas, novamente, teve a requisição indeferida.
"Eles estão impedindo, inclusive, a entrada de crianças palestinas dentro de Jerusalém. Acredita-se que estejam preocupados que os feridos possam tentar se vingar pelo tratamento que receberam do exército de Israel", comentou o advogado do jornalista, Itai Matt.





