Após receber ameaça, cinegrafista agride manifestante no RJ
Na tarde do último domingo (9/2), três manifestantes retornaram ao local em que o cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, foi atingido na última quinta-feira (6/2), para tentar saber mais informações sobre o caso.
Atualizado em 10/02/2014 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Entretanto, acabaram provocando uma confusão com cinegrafistas e jornalistas.
De acordo com a Folha de S.Paulo , a ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, disse que no momento em que tentavam saber mais sobre o ocorrido, eles foram hostilizados por cinegrafistas que cobriam o caso.
"Estávamos atravessando a rua, pois um inspetor disse para a gente esperar um pouco e não queríamos ficar lá dentro da delegacia. Enquanto atravessávamos a rua, os cinegrafistas começaram a chamar a gente de assassinos, black blocs e covardes. Como não somos isso, e no calor do momento, sem pensar, os chamei de "mídia carniceira", explicou ela.
Outro manifestante, Yan Carrazoni de Mattos, disse que apontou para outro cinegrafista da Bandeirantes, Leandro Luna, e disse: "Você será o próximo", em referência ao que ocorreu com Santiago. Segundo ele, o profissional o atingiu com a câmera, fazendo um corte superficial em sua cabeça. Ambos prestaram depoimento, mas decidiram não seguir com a representação e o caso deverá ser arquivado.
Após o ocorrido, o delegado Maurício Silva decidiu interromper mais cedo as negociações para uma possível denúncia de Fábio Raposo sobre o atirador do rojão. "Estávamos negociando para ele ajudar na confecção de um retrato-falado, mas por conta da confusão preferi que ele seguisse para a Cidade da Polícia", disse.
Assista ao vídeo:
De acordo com a Folha de S.Paulo , a ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, disse que no momento em que tentavam saber mais sobre o ocorrido, eles foram hostilizados por cinegrafistas que cobriam o caso.
"Estávamos atravessando a rua, pois um inspetor disse para a gente esperar um pouco e não queríamos ficar lá dentro da delegacia. Enquanto atravessávamos a rua, os cinegrafistas começaram a chamar a gente de assassinos, black blocs e covardes. Como não somos isso, e no calor do momento, sem pensar, os chamei de "mídia carniceira", explicou ela.
Outro manifestante, Yan Carrazoni de Mattos, disse que apontou para outro cinegrafista da Bandeirantes, Leandro Luna, e disse: "Você será o próximo", em referência ao que ocorreu com Santiago. Segundo ele, o profissional o atingiu com a câmera, fazendo um corte superficial em sua cabeça. Ambos prestaram depoimento, mas decidiram não seguir com a representação e o caso deverá ser arquivado.
Após o ocorrido, o delegado Maurício Silva decidiu interromper mais cedo as negociações para uma possível denúncia de Fábio Raposo sobre o atirador do rojão. "Estávamos negociando para ele ajudar na confecção de um retrato-falado, mas por conta da confusão preferi que ele seguisse para a Cidade da Polícia", disse.
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