Após queda nas receitas, "New York" anuncia redução no número de edições mensais
A revista New York anunciou, na última segunda-feira (2/12), que reduzirá seu número anual de edições de 42 para 26, ou seja, duas por mês.
Atualizado em 03/12/2013 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
A revista New York anunciou, na última segunda-feira (2/12), que reduzirá seu número anual de edições de 42 para 26, ou seja, duas por mês. A medida foi tomada após queda de 9,2% em receitas de publicidade em relação ao ano passado, segundo dados da organização Alliance for Audited Media (AAM).
Crédito:Reprodução Queda nas receitas publicitárias gerou corte no número de edições
De acordo com a EFE, a revista informou que o corte a tornará "mais substancial, duradoura e visual", e que intensificará em 20% o conteúdo de suas seções a partir de março do próximo ano. Além disso, passará a ter três guias especiais (médicos, presentes e gastronomia) e contará com mais colunistas que escreverão sobre Hollywood, sexo e negócios.
Para o editor Larry Burstein, a redução deverá gerar uma economia de US$ 3,5 milhões em custos de produção e distribuição em 2014. A expectativa é de que as alterações possibilitem elevar o número de leitores e a "capacidade dos anunciantes".
O anúncio chama a atenção para os problemas enfrentados por revistas tradicionais nos Estados Unidos como a Newsweek, que desistiu de sua versão impressa. No entanto, os acessos aos sites das publicações subiram 15% por ano. A estimativa é que o formato ultrapasse os lucros da publicidade impressa.
Desde sua fundação, em 1968, a New York é considerada um exemplo e principal precursora do "novo jornalismo". A revista também popularizou nomes como Tom Wolfe, Gloria Steinem e Jimmy Breslin.
Crédito:Reprodução Queda nas receitas publicitárias gerou corte no número de edições
De acordo com a EFE, a revista informou que o corte a tornará "mais substancial, duradoura e visual", e que intensificará em 20% o conteúdo de suas seções a partir de março do próximo ano. Além disso, passará a ter três guias especiais (médicos, presentes e gastronomia) e contará com mais colunistas que escreverão sobre Hollywood, sexo e negócios.
Para o editor Larry Burstein, a redução deverá gerar uma economia de US$ 3,5 milhões em custos de produção e distribuição em 2014. A expectativa é de que as alterações possibilitem elevar o número de leitores e a "capacidade dos anunciantes".
O anúncio chama a atenção para os problemas enfrentados por revistas tradicionais nos Estados Unidos como a Newsweek, que desistiu de sua versão impressa. No entanto, os acessos aos sites das publicações subiram 15% por ano. A estimativa é que o formato ultrapasse os lucros da publicidade impressa.
Desde sua fundação, em 1968, a New York é considerada um exemplo e principal precursora do "novo jornalismo". A revista também popularizou nomes como Tom Wolfe, Gloria Steinem e Jimmy Breslin.





