Após polêmica, Rachel Sheherazade critica Sindicato dos Jornalistas e Psol
Após a grande repercussão de seus comentários no "SBT Brasil", a apresentadora Rachel Sheherazade falou sobre seu polêmico posicionamento e questionou as críticas feitas pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (RJ).
Atualizado em 10/02/2014 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
seus comentários no "SBT Brasil", a apresentadora Rachel Sheherazade falou sobre seu polêmico posicionamento e questionou as críticas feitas pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (RJ).
Crédito:Divulgação Jornalista criticou posicionamento do Psol e do sindicato dos jornalistas
"O PSOL é um partido que vem ganhando as manchetes dos jornais por seus escândalos de desvio de dinheiro público e fraudes. É uma legenda insignificante, inexpressiva, que agora, às vésperas da eleição, quer ganhar as manchetes, se fazer presente de alguma forma", declarou a jornalista. O partido havia protocolado uma representação contra ela por crime de incitamento à violência, comentou em entrevista ao portal Na Telinha.
Rachel disse que como o PT, o Psol defende o controle da mídia, o que representa o retorno da censura aos meios de comunicação. "O partido acusa-me de incitação à violência quando simplesmente faço uso de um direito constitucionalmente garantido - a liberdade de expressão", acrescenta.
Além de criticar o partido, a apresentadora também questionou a atuação do Sindicato dos jornalistas do RJ, que em vez de defendê-la, está manchando sua credibilidade, uma vez que representa o direito dos jornalistas.
"Agora eu me pergunto: que tipo de apoio o PSOL, o PT, o Sindicato dos Jornalistas do RJ e as ONGs de Direitos Humanos fizeram até agora pelo infrator preso ao poste? Alguma dessas entidades lhe socorreu? Estendeu-lhe a mão? Ou ele só foi usado como discurso panfletário e nada mais?", disse ela.
Segundo a jornalista, a grande polêmica causada por seu comentário não poderia ser deixada de lado pelo telejornal. "Quanto às críticas, eles serão sempre bem-vindas. É para isso que analisamos os fatos, nos posicionamos diante da notícia. O objetivo não é empurrar goela abaixo nossa opinião, mas fomentar debates na sociedade. Permitir ao telespectador um olhar mais apurado e aprofundado sobre a realidade do país", completou.
Entenda o caso
No último dia 31 de janeiro, um adolescente suspeito de praticar furtos na zona sul do Rio de Janeiro (RJ) foi encontrado amarrado nu a um poste na avenida Rui Barbosa, região do Flamengo. Ele havia sido espancado e ferido com uma facada em uma das orelhas. O jovem disse ter sido agredido por um grupo chamado “Os Justiceiros”. A polícia prendeu 14 jovens suspeitos de participarem da agressão. Um dos rapazes confessou à polícia que o grupo "caça ladrões" na região. A apresentadora comentou o caso, alegando que o grupo agiu por “legítima defesa”.
Crédito:Divulgação Jornalista criticou posicionamento do Psol e do sindicato dos jornalistas
"O PSOL é um partido que vem ganhando as manchetes dos jornais por seus escândalos de desvio de dinheiro público e fraudes. É uma legenda insignificante, inexpressiva, que agora, às vésperas da eleição, quer ganhar as manchetes, se fazer presente de alguma forma", declarou a jornalista. O partido havia protocolado uma representação contra ela por crime de incitamento à violência, comentou em entrevista ao portal Na Telinha.
Rachel disse que como o PT, o Psol defende o controle da mídia, o que representa o retorno da censura aos meios de comunicação. "O partido acusa-me de incitação à violência quando simplesmente faço uso de um direito constitucionalmente garantido - a liberdade de expressão", acrescenta.
Além de criticar o partido, a apresentadora também questionou a atuação do Sindicato dos jornalistas do RJ, que em vez de defendê-la, está manchando sua credibilidade, uma vez que representa o direito dos jornalistas.
"Agora eu me pergunto: que tipo de apoio o PSOL, o PT, o Sindicato dos Jornalistas do RJ e as ONGs de Direitos Humanos fizeram até agora pelo infrator preso ao poste? Alguma dessas entidades lhe socorreu? Estendeu-lhe a mão? Ou ele só foi usado como discurso panfletário e nada mais?", disse ela.
Segundo a jornalista, a grande polêmica causada por seu comentário não poderia ser deixada de lado pelo telejornal. "Quanto às críticas, eles serão sempre bem-vindas. É para isso que analisamos os fatos, nos posicionamos diante da notícia. O objetivo não é empurrar goela abaixo nossa opinião, mas fomentar debates na sociedade. Permitir ao telespectador um olhar mais apurado e aprofundado sobre a realidade do país", completou.
Entenda o caso
No último dia 31 de janeiro, um adolescente suspeito de praticar furtos na zona sul do Rio de Janeiro (RJ) foi encontrado amarrado nu a um poste na avenida Rui Barbosa, região do Flamengo. Ele havia sido espancado e ferido com uma facada em uma das orelhas. O jovem disse ter sido agredido por um grupo chamado “Os Justiceiros”. A polícia prendeu 14 jovens suspeitos de participarem da agressão. Um dos rapazes confessou à polícia que o grupo "caça ladrões" na região. A apresentadora comentou o caso, alegando que o grupo agiu por “legítima defesa”.





