Após polêmica com e-books, juíza pede supervisor externo para Apple
Uma juíza dos Estados Unidos está tomando medidas para que a Apple não estabeleça preços novamente no mercado de e-books e afirmou, na última terça-feira (27/8), que planeja pedir a contratação de supervisor externo, algo que a companhia considera desnecessário.
De acordo com a Reuters, a juíza distrital Denise Cote sugeriu que a sentença final seria mais limitada que o Departamento de Justiça buscava, e que não restringiria os acordos da Apple com fornecedores de outros tipos conteúdo como filmes, músicas e shows de TV.
Ela também afirmou que a provisão relacionada à loja de aplicativos da Apple, que permitiria que outros varejistas de e-books fornecessem um link para seus sites ou lojas de livros eletrônicos por meio um aplicativo de e-books sem ter que pagar à Apple pela venda de livros era "desnecessária".
Denise disse que deve emitir uma liminar na próxima semana. O processo ocorre após a juíza determinar, em 10 de julho, que a Apple conspirou contra cinco grandes editoras norte-americanas para minar os preços e-books estabelecidos pela varejista dominante no mercado, a Amazon.com.
O Departamento de Justiça, acompanhado por 33 Estados e territórios dos EUA, está agora disputando com a Apple sobre o alcance do que Cote deve fazer para evitar novas violações antitruste.
A Apple contestou a contratação de um supervisor dizendo em documentos do tribunal que seria "extremamente caro e pesado."
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