Após pedido do governo, Twitter vai bloquear contas na Turquia
Rede social descartou a possibilidade de abrir um escritório no país.
Atualizado em 16/04/2014 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após reclamações do governo da Turquia, o Twitter concordou em bloquear o perfil de alguns usuários na última segunda-feira (14/4). A rede social descartou a possibilidade de abrir um escritório no país, conforme exigido pelas autoridades para que pudesse funcionar.
Crédito:Divulgação A pedido do primeiro-ministro, Twitter bloqueará conta na Turquia
De acordo com a Reuters, um funcionário do governo informou que além do fechamento das contas, será estabelecido um "mecanismo mais formal" para o microblog, que terá de avaliar resoluções políticas na Turquia.
O primeiro ministro Tayyip Erdogan acusou a rede social de ser uma "sonegadora de impostos". O governo avalia que o Twitter gere U$ 35 milhões por ano com publicidade no país, valor não tributado pela Turquia.
Em reunião com representantes da empresa, o país exigiu que o site abrisse uma filial em seu território e passasse a recolher impostos. "Não aceitamos abrir um escritório na Turquia. Investir mais aqui para que nossos negócios cresçam depende da possibilidade de poder contar com a continuidade do serviço", disse à AFP Colin Crowell, vice-presidente do Twitter na manhã desta quarta-feira (16/4).
Crédito:Divulgação A pedido do primeiro-ministro, Twitter bloqueará conta na Turquia
De acordo com a Reuters, um funcionário do governo informou que além do fechamento das contas, será estabelecido um "mecanismo mais formal" para o microblog, que terá de avaliar resoluções políticas na Turquia.
O primeiro ministro Tayyip Erdogan acusou a rede social de ser uma "sonegadora de impostos". O governo avalia que o Twitter gere U$ 35 milhões por ano com publicidade no país, valor não tributado pela Turquia.
Em reunião com representantes da empresa, o país exigiu que o site abrisse uma filial em seu território e passasse a recolher impostos. "Não aceitamos abrir um escritório na Turquia. Investir mais aqui para que nossos negócios cresçam depende da possibilidade de poder contar com a continuidade do serviço", disse à AFP Colin Crowell, vice-presidente do Twitter na manhã desta quarta-feira (16/4).





