Após novas diretrizes, jornalistas da Record não poderão comentar política nas redes sociais
Profissionais não poderão comentar sobre política e outros assuntos polêmicos nas redes sociais
Atualizado em 13/08/2021 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O caso de Mariana Godoy, que chamou uma live do presidente Bolsonaro de "bizarra" no Fala Brasil, provocou mudanças na política da TV Record.
Em um comunicado interno, a emissora anunciou as novas regras do Código de Conduta no Ambiente de Trabalho, com novas diretrizes voltadas especificamente aos profissionais. As informações são do Notícias da TV. Crédito:Reprodução/Redes Sociais
Nova política surgiu após o comentário de Mariana Godoy sobre live de Bolsonaro No documento, os profissionais de jornalismo de todo o grupo Record - TV, Record News, R7 e Rádio Record, receberam novas orientações sobre a isenção nas redes sociais até mesmo com o uso de emojis.
"Nenhum jornalista deve se posicionar em qualquer mídia social sobre assuntos que envolvam política, religião, acontecimentos controversos e sensíveis, independentemente do tema, seja em nome do Grup-o Record ou em nome próprio, exceto se autorizado previamente", diz o texto.
Em 30 de julho, a apresentadora do Fala Brasil chamou de 'bizarra' uma live de Jair Bolsonaro sobre uma suposta fraude na apuração das eleições. Mariana foi rebatida por um assessor do presidente nas redes sociais. Max Guilherme Machado disse que a emissora fazia um "jornalismo totalmente comunista", o que causou incômodo nos bastidores.
Segundo Ricardo Feltrin, do UOL, desde aquela data os âncoras receberam a ordem de não comentar notícias, com exceção, claro, dos comentaristas que ocupam essa função.
Em um comunicado interno, a emissora anunciou as novas regras do Código de Conduta no Ambiente de Trabalho, com novas diretrizes voltadas especificamente aos profissionais. As informações são do Notícias da TV. Crédito:Reprodução/Redes Sociais
Nova política surgiu após o comentário de Mariana Godoy sobre live de Bolsonaro No documento, os profissionais de jornalismo de todo o grupo Record - TV, Record News, R7 e Rádio Record, receberam novas orientações sobre a isenção nas redes sociais até mesmo com o uso de emojis. "Nenhum jornalista deve se posicionar em qualquer mídia social sobre assuntos que envolvam política, religião, acontecimentos controversos e sensíveis, independentemente do tema, seja em nome do Grup-o Record ou em nome próprio, exceto se autorizado previamente", diz o texto.
Em 30 de julho, a apresentadora do Fala Brasil chamou de 'bizarra' uma live de Jair Bolsonaro sobre uma suposta fraude na apuração das eleições. Mariana foi rebatida por um assessor do presidente nas redes sociais. Max Guilherme Machado disse que a emissora fazia um "jornalismo totalmente comunista", o que causou incômodo nos bastidores.
Segundo Ricardo Feltrin, do UOL, desde aquela data os âncoras receberam a ordem de não comentar notícias, com exceção, claro, dos comentaristas que ocupam essa função.





