Após morte de repórter, CPJ classifica Somália como país mais perigoso para jornalistas

Após morte de repórter, CPJ classifica Somália como país mais perigoso para jornalistas

Atualizado em 07/07/2009 às 16:07, por Redação Portal IMPRENSA.

Após o assassinato do jornalist somali Mohamud Mohamed Yusuf, no último sábado (3), o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) divulgou um comunicado classificando a Somália como o país mais perigoso do mundo para os jornalistas.

Repórter da rádio IQK, Yusuf, mais conhecido como Ninile, foi o sexto profissional de imprensa assassinado no país em 2009. Segundo a entidade, ele foi vítima de duas balas perdidas, e demorou três horas para ser socorrido, informou a agência de notícias Panapress.

"Reiteramos o nosso apelo ao Governo somalí e aos soldados da manutenção da paz da União Africana para que façam tudo para proteger os jornalistas durante este período tumultuoso", afirmou Tom Rhodes, coordenador do Programa África do CPJ.

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