Após mobilização, reajuste de 8,9% para jornalistas é aprovado
Nova paralisação estava marcada para ontem (25); percentual é válido para salários até R$ 10 mil
Atualizado em 26/11/2021 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após seis meses de negociações e uma paralisação, jornalistas de São Paulo terão reajuste salarial pela inflação. A proposta de 8,9% para salários de até R$ 10 mil foi aprovada ontem, em uma reunião realizada entre representantes da categoria e o sindicato patronal.
A mobilização - que já tinha paralisado os profissionais na última semana por algumas horas, e prometia uma nova greve, caso as partes não chegassem a um acordo -, garantiu a reposição nos salários a partir de dezembro.
Salários acima de R$ 10 mil receberão um reajuste fixo de R$ 890. A PLR, retirada da convenção coletiva em 2020-2021, também voltou a valer. Crédito: Eduardo Viné/Reprodução Sindicato Jornalistas Jornalistas terão reajuste de 8,9% O pagamento poderá ser feito em até três vezes, sendo que a cada mês pagará dois meses: dezembro, janeiro e fevereiro.
Ao portal Metrópoles, o diretor do SJSP, Cláudio Soares, explicou os detalhes da reposição. "Terá a volta da PLR e a reposição da inflação de 8,9% para salários até R$ 10 mil. A reposição virá em duas partes: 5% retroativos a junho e 3,72% em dezembro. Para salários acima de R$ 10 mil, haverá um valor fixo de R$ 890, sendo R$ 500 em junho e o restante em dezembro. As diferenças entre junho e dezembro serão pagas em até três vezes. Foi mantida a multa para empresas que não têm programa de PLR, com o valor reajustado em 8,9%".
Em uma carta divulgada após a reunião, os profissionais afirmaram que “o resultado final não é necessariamente justo, mas o possível de se alcançar após meses de desgastantes negociações”.
Thiago Tanji, presidente do Sindicato dos Jornalistas, classificou a decisão como uma "vitória histórica" para a categoria. "Hoje é daqueles dias para lavar a alma", escreveu no Twitter. A assembleia onde o assunto foi discutido contou com cerca de 350 participantes.
Diante do acordo, a paralisação que estava prevista para acontecer ontem (25) à tarde foi cancelada. Jornalistas de veículos como Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, Agência Estado, Valor Econômico, Agora, Editora Globo, UOL, Editora Abril, O Globo (sucursal SP) e Ponte Jornalismo participaram do movimento.
A mobilização - que já tinha paralisado os profissionais na última semana por algumas horas, e prometia uma nova greve, caso as partes não chegassem a um acordo -, garantiu a reposição nos salários a partir de dezembro.
Salários acima de R$ 10 mil receberão um reajuste fixo de R$ 890. A PLR, retirada da convenção coletiva em 2020-2021, também voltou a valer. Crédito: Eduardo Viné/Reprodução Sindicato Jornalistas Jornalistas terão reajuste de 8,9% O pagamento poderá ser feito em até três vezes, sendo que a cada mês pagará dois meses: dezembro, janeiro e fevereiro.
Ao portal Metrópoles, o diretor do SJSP, Cláudio Soares, explicou os detalhes da reposição. "Terá a volta da PLR e a reposição da inflação de 8,9% para salários até R$ 10 mil. A reposição virá em duas partes: 5% retroativos a junho e 3,72% em dezembro. Para salários acima de R$ 10 mil, haverá um valor fixo de R$ 890, sendo R$ 500 em junho e o restante em dezembro. As diferenças entre junho e dezembro serão pagas em até três vezes. Foi mantida a multa para empresas que não têm programa de PLR, com o valor reajustado em 8,9%".
Em uma carta divulgada após a reunião, os profissionais afirmaram que “o resultado final não é necessariamente justo, mas o possível de se alcançar após meses de desgastantes negociações”.
Thiago Tanji, presidente do Sindicato dos Jornalistas, classificou a decisão como uma "vitória histórica" para a categoria. "Hoje é daqueles dias para lavar a alma", escreveu no Twitter. A assembleia onde o assunto foi discutido contou com cerca de 350 participantes.
Diante do acordo, a paralisação que estava prevista para acontecer ontem (25) à tarde foi cancelada. Jornalistas de veículos como Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, Agência Estado, Valor Econômico, Agora, Editora Globo, UOL, Editora Abril, O Globo (sucursal SP) e Ponte Jornalismo participaram do movimento.





