Após fala sobre judeus, comentarista da Jovem Pan é exonerado da Alesp
José Carlos Bernardi atuava no gabinete do deputado Campos Machado (PTB)
Atualizado em 17/11/2021 às 19:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, foi exonerado do seu cargo no gabinete do deputado Campos Machado (PTB) após dar declarações sobre judeus no Jornal da Manhã.
Durante uma discussão com Amanda Klein, ele relacionou o crescimento econômico da Alemanha com o Holocausto, e disse que o Brasil enriqueceria "se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles".
Na função, o jornalista recebia um salário de aproximadamente RR 12 mil. O anúncio foi feito pelo gabinete do deputado, e deve ser oficializado no Diário Oficial de amanhã (18). Crédito:Reprodução O comentarista José Carlos Bernardi, da Jovem Pan "Em face da gravidade da opinião declarada por meu assessor, e tendo em vista os excelentes laços de amizade e respeito que tenho com a comunidade judaica, não poderia deixar de manifestar meu repúdio ao comentário", diz o texto.
"Não poderia continuar contando com os serviços profissionais do autor desse absurdo pronunciamento. Portanto, hoje mesmo, em comum acordo com o profissional José Carlos Bernardi, decidimos que não havia mais condições dele permanecer em meu gabinete, me restando determinar, hoje mesmo, as devidas providências para sua imediata exoneração do cargo que ocupava", prossegue.
A Jovem Pan divulgou um pedido de desculpas de Bernardi logo após o ocorrido.
'Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido", disse ele.
A Jovem Pan disse que "as visões de seus comentaristas não refletem, necessariamente, a opinião da empresa".
Durante uma discussão com Amanda Klein, ele relacionou o crescimento econômico da Alemanha com o Holocausto, e disse que o Brasil enriqueceria "se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles".
Na função, o jornalista recebia um salário de aproximadamente RR 12 mil. O anúncio foi feito pelo gabinete do deputado, e deve ser oficializado no Diário Oficial de amanhã (18). Crédito:Reprodução O comentarista José Carlos Bernardi, da Jovem Pan "Em face da gravidade da opinião declarada por meu assessor, e tendo em vista os excelentes laços de amizade e respeito que tenho com a comunidade judaica, não poderia deixar de manifestar meu repúdio ao comentário", diz o texto.
"Não poderia continuar contando com os serviços profissionais do autor desse absurdo pronunciamento. Portanto, hoje mesmo, em comum acordo com o profissional José Carlos Bernardi, decidimos que não havia mais condições dele permanecer em meu gabinete, me restando determinar, hoje mesmo, as devidas providências para sua imediata exoneração do cargo que ocupava", prossegue.
A Jovem Pan divulgou um pedido de desculpas de Bernardi logo após o ocorrido.
'Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido", disse ele.
A Jovem Pan disse que "as visões de seus comentaristas não refletem, necessariamente, a opinião da empresa".





