Após críticas na internet, jornalista apaga texto que sugeria cobrar entrada em praias do Rio
A jornalista Hildegard Angel retirou do ar texto "O caos já se instalou no Rio, o poder público precisa de coragem para agir à altura dele!
Atualizado em 14/01/2015 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
do ar texto "O caos já se instalou no Rio, o poder público precisa de coragem para agir à altura dele!", após repercussão negativa na internet. Publicado na última segunda-feira (13/01), o post dava sugestões "enérgicas e corajosas" para "solucionar" a violência em praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. Crédito:Reprodução Jornalista apagou texto após repercussão negativa Na última terça-feira (13/01), no lugar do texto original, que pode ser lido , aparece a mensagem "Isso é embaraçoso, não? Parece que não encontramos o que você está procurando. Talvez a busca, ou um dos links abaixo, possa ajudar".
A primeira sugestão da jornalista é que "em dias de grande concentração de pessoas nas ruas e praias, nos fins de semana e feriados do verão", a circulação de linhas de ônibus e metrô no fluxo Zona Norte - Zona Sul seja "drasticamente" diminuída. A segunda, chamada por ela de "plano B radical", consiste em cobrar entrada nas praias.
No texto, ela diz que "soluções" são "antipáticas e discriminatórias", mas afirma que, do contrário, a vida do carioca seria um caos. "Ou melhor, já é o caso. Daí pra pior", defende. Nas redes sociais, entre as críticas que recebeu, a jornalista foi acusada de ser simpatizante de ideologias nazistas.
No mesmo dia em que apagou o texto, a jornalista publicou o post "Acabou-se o que era doce...". "Acabou-se o que era doce, a vitrine cansou de levar pedrada por hoje…", escreveu.
A primeira sugestão da jornalista é que "em dias de grande concentração de pessoas nas ruas e praias, nos fins de semana e feriados do verão", a circulação de linhas de ônibus e metrô no fluxo Zona Norte - Zona Sul seja "drasticamente" diminuída. A segunda, chamada por ela de "plano B radical", consiste em cobrar entrada nas praias.
No texto, ela diz que "soluções" são "antipáticas e discriminatórias", mas afirma que, do contrário, a vida do carioca seria um caos. "Ou melhor, já é o caso. Daí pra pior", defende. Nas redes sociais, entre as críticas que recebeu, a jornalista foi acusada de ser simpatizante de ideologias nazistas.
No mesmo dia em que apagou o texto, a jornalista publicou o post "Acabou-se o que era doce...". "Acabou-se o que era doce, a vitrine cansou de levar pedrada por hoje…", escreveu.





