Após críticas, governo deve trocar agências responsáveis por sua comunicação
O governo Dilma Rousseff deve trocar as agências de publicidade responsáveis por sua comunicação. Uma equipe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) trabalha, desde novembro, na produção de um edital que deve ser lançado dentro de seis meses.
Atualizado em 10/02/2016 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
agências de publicidade responsáveis por sua comunicação. Uma equipe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) trabalha, desde novembro, na produção de um edital que deve ser lançado dentro de seis meses.
Crédito:Tânia Rêgo/Agência Brasil Ministro da Secom está insatisfeito com trabalho das agências
Segundo a Folha de S.Paulo , a atual comunicação do governo, comandada por Edinho Silva, tem sido alvo de questionamentos de petistas e aliados da presidente. Um deles ocorreu na semana passada, quando o secretário-executivo da Secom, Olavo Noleto, expôs a insatisfação do Palácio com a campanha de combate ao vírus da zika. Ele também teria criticado a ausência de entrosamento das equipes.
A Secretaria, entretanto, disse que Noleto não fez críticas. "Nas reuniões com as assessorias de comunicação e secretários-executivos dos ministérios, o secretário reafirmou a importância de manter e fortalecer a coesão e integração na execução da campanha do governo".
No início de janeiro, o governo prorrogou por apenas quatro meses os contratos das três agências (Leo Burnett, Propeg e Nova/SB) que prestam serviços à gestão. Geralmente, os contratos são renovados a cada ano. Como foram assinados em janeiro de 2012, poderiam ser prorrogados por mais um ano, conforme o artigo 57 da lei 8.666.
Ainda de acordo com a Folha , o governo apenas irá prorrogá-los se a nova licitação não for feita a tempo. O orçamento da Secom em 2016 está estimado em aproximadamente R$ 140 milhões. O órgão não comentou sobre a troca de agências.
Além da Secretaria de Comunicação Social, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) também deve passar por mudanças. Na semana passada, o diretor-presidente Américo Martins pediu demissão do cargo. No lugar dele, assume o jornalista Mario Maurici, vice-presidente da empresa.
Crédito:Tânia Rêgo/Agência Brasil Ministro da Secom está insatisfeito com trabalho das agências
Segundo a Folha de S.Paulo , a atual comunicação do governo, comandada por Edinho Silva, tem sido alvo de questionamentos de petistas e aliados da presidente. Um deles ocorreu na semana passada, quando o secretário-executivo da Secom, Olavo Noleto, expôs a insatisfação do Palácio com a campanha de combate ao vírus da zika. Ele também teria criticado a ausência de entrosamento das equipes.
A Secretaria, entretanto, disse que Noleto não fez críticas. "Nas reuniões com as assessorias de comunicação e secretários-executivos dos ministérios, o secretário reafirmou a importância de manter e fortalecer a coesão e integração na execução da campanha do governo".
No início de janeiro, o governo prorrogou por apenas quatro meses os contratos das três agências (Leo Burnett, Propeg e Nova/SB) que prestam serviços à gestão. Geralmente, os contratos são renovados a cada ano. Como foram assinados em janeiro de 2012, poderiam ser prorrogados por mais um ano, conforme o artigo 57 da lei 8.666.
Ainda de acordo com a Folha , o governo apenas irá prorrogá-los se a nova licitação não for feita a tempo. O orçamento da Secom em 2016 está estimado em aproximadamente R$ 140 milhões. O órgão não comentou sobre a troca de agências.
Além da Secretaria de Comunicação Social, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) também deve passar por mudanças. Na semana passada, o diretor-presidente Américo Martins pediu demissão do cargo. No lugar dele, assume o jornalista Mario Maurici, vice-presidente da empresa.





