Após crítica, Associação Brasileira de Ciência Política responde Reinaldo Azevedo
Após ser criticada por Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja, a Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP), organização que reúne os principais especialistas da área, divulgou para responder o questionamento do jornalista.
Atualizado em 08/12/2015 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
seu blog na Veja , a Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP), organização que reúne os principais especialistas da área, divulgou para responder o questionamento do jornalista.
Crédito:Reprodução Entidade de cientistas políticos rebatem críticas de Reinaldo Azevedo
A entidade havia divulgado comunicado, no último dia 3 de dezembro, demonstrando preocupação com os desdobramentos da democracia brasileira em decorrência da abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
No dia seguinte, Azevedo : "Essa gente não existe. Monta uma ridícula associação de “ciência política” e sai expelindo regras por aí. A propósito: por que um cientista político precisa pertencer a uma corporação de ofício? Um trabalho intelectual de pensamento e análise, que é necessariamente individual, é exercido em sessões coletivas?"
A ABCP decidiu responder a publicação. Para a entidade, o jornalista confunde o que não é possível confundir: "a mera opinião desinformada ou mal formada que ele pratica com a discussão criteriosa julgada pelos pares e o conhecimento científico publicado no Brasil e no exterior que ele confessa não ter a menor ideia do que seja", diz um trecho do texto.
A Associação rebate os apontamentos do jornalista e reforça que, nos últimos 30 anos, dedica-se a contribuir com a reflexão sobre a construção democrática e sua defesa. "A ABCP vem reafirmar sua convicção da importância de realizar um debate sério de ideias em torno da proposta do impeachment que pode colocar em xeque a estabilidade das instituições democráticas no país", completa.
Resposta
Na última segunda-feira (7/12), Azevedo usou seu novamente para responder às críticas publicadas pela entidade. "A Associação Brasileira de Ciência Política segue de joelhos, fazendo o trabalho de sopro para o governo federal, mas se fingindo de sábia, independente e corajosa", escreveu.
O jornalista diz que, ao contrário do que foi divulgado, ele não "achincalhou" a Associação, mas a criticou. "Os doutores dizem a verdade em parte: eles realmente se mostram perplexos com os desdobramentos da democracia brasileira. Eles estão prontos para defender uma ditadura, em que não existem nem lei nem Constituição", acrescenta.
Crédito:Reprodução Entidade de cientistas políticos rebatem críticas de Reinaldo Azevedo
A entidade havia divulgado comunicado, no último dia 3 de dezembro, demonstrando preocupação com os desdobramentos da democracia brasileira em decorrência da abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
No dia seguinte, Azevedo : "Essa gente não existe. Monta uma ridícula associação de “ciência política” e sai expelindo regras por aí. A propósito: por que um cientista político precisa pertencer a uma corporação de ofício? Um trabalho intelectual de pensamento e análise, que é necessariamente individual, é exercido em sessões coletivas?"
A ABCP decidiu responder a publicação. Para a entidade, o jornalista confunde o que não é possível confundir: "a mera opinião desinformada ou mal formada que ele pratica com a discussão criteriosa julgada pelos pares e o conhecimento científico publicado no Brasil e no exterior que ele confessa não ter a menor ideia do que seja", diz um trecho do texto.
A Associação rebate os apontamentos do jornalista e reforça que, nos últimos 30 anos, dedica-se a contribuir com a reflexão sobre a construção democrática e sua defesa. "A ABCP vem reafirmar sua convicção da importância de realizar um debate sério de ideias em torno da proposta do impeachment que pode colocar em xeque a estabilidade das instituições democráticas no país", completa.
Resposta
Na última segunda-feira (7/12), Azevedo usou seu novamente para responder às críticas publicadas pela entidade. "A Associação Brasileira de Ciência Política segue de joelhos, fazendo o trabalho de sopro para o governo federal, mas se fingindo de sábia, independente e corajosa", escreveu.
O jornalista diz que, ao contrário do que foi divulgado, ele não "achincalhou" a Associação, mas a criticou. "Os doutores dizem a verdade em parte: eles realmente se mostram perplexos com os desdobramentos da democracia brasileira. Eles estão prontos para defender uma ditadura, em que não existem nem lei nem Constituição", acrescenta.





