Após condenação no caso Midiaset, justiça analisará discurso de Berlusconi na TV
A volta do ex-primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi a televisão será analisada pelo Tribunal de Vigilância de Milão.
Atualizado em 30/04/2014 às 18:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A volta do ex-primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi à televisão será analisada pelo Tribunal de Vigilância de Milão. Em entrevista ao programa "Piazzapulita", da emissora La7, ele criticou os serviços sociais que deve prestar em decorrência de uma condenação na justiça.
Crédito:Agência Brasil Berlusconi ridicularizou pena imputada a ele pela justiça italiana
De acordo com a Ansa, Berlusconi afirmou: "é ridículo pensar que posso me reeducar fazendo serviços comunitários e com conversas quinzenais com assistentes sociais”. O político foi condenado a quatro anos de prisão por fraude fiscal no processo “Mediaset", mas teve sua pena reduzida para 1 ano e que pode ser descontada com serviços comunitários ou prisão domiciliar.
“Exigir que um senhor, que foi o chefe de governo por mais tempo da Itália e único cidadão no mundo a presidir por três vezes o G8, cumpra serviços sociais é uma coisa ridícula, não para mim, mas para o país", afirmou. No último dia 15 de abril, os juízes que cuidam do caso determinaram que ele deve cumprir a jornada proposta pelo tribunal em um asilo italiano, prestando trabalho comunitário.
No entanto, ele continuou criticando a magistratura e líderes do país, como o presidente Giorgio Napolitano e o ex-comediante e líder do Movimento 5 Estrelas (M5S) Beppe Grillo. "Os italianos devem aprender a ter medo de Grillo. Ele me lembra personagens como Robespierre, Marx, Lenin. Grillo é o protótipo de pessoas como Hitler, inclusive", disse o ex-primeiro-ministro.
Após ver uma foto do chefe do estado, ele comentou: vermelho demais", referindo-se à militância esquerdista de Napolitano. "Minha sentença foi um outro golpe de Estado. Foi utilizada para me cassarem no Senado, para impedirem minha candidatura por seis anos e para derrubar o líder da centro-direita", avaliou.
Crédito:Agência Brasil Berlusconi ridicularizou pena imputada a ele pela justiça italiana
De acordo com a Ansa, Berlusconi afirmou: "é ridículo pensar que posso me reeducar fazendo serviços comunitários e com conversas quinzenais com assistentes sociais”. O político foi condenado a quatro anos de prisão por fraude fiscal no processo “Mediaset", mas teve sua pena reduzida para 1 ano e que pode ser descontada com serviços comunitários ou prisão domiciliar.
“Exigir que um senhor, que foi o chefe de governo por mais tempo da Itália e único cidadão no mundo a presidir por três vezes o G8, cumpra serviços sociais é uma coisa ridícula, não para mim, mas para o país", afirmou. No último dia 15 de abril, os juízes que cuidam do caso determinaram que ele deve cumprir a jornada proposta pelo tribunal em um asilo italiano, prestando trabalho comunitário.
No entanto, ele continuou criticando a magistratura e líderes do país, como o presidente Giorgio Napolitano e o ex-comediante e líder do Movimento 5 Estrelas (M5S) Beppe Grillo. "Os italianos devem aprender a ter medo de Grillo. Ele me lembra personagens como Robespierre, Marx, Lenin. Grillo é o protótipo de pessoas como Hitler, inclusive", disse o ex-primeiro-ministro.
Após ver uma foto do chefe do estado, ele comentou: vermelho demais", referindo-se à militância esquerdista de Napolitano. "Minha sentença foi um outro golpe de Estado. Foi utilizada para me cassarem no Senado, para impedirem minha candidatura por seis anos e para derrubar o líder da centro-direita", avaliou.





