Após bloqueio, Justiça da Turquia libera acesso às redes sociais no país

A Justiça turca liberou o acesso às redes sociais nesta terça-feira (7/4), depois da suspensão do bloqueio que ainda afetava o Youtube para

Atualizado em 07/04/2015 às 09:04, por Redação Portal IMPRENSA.

A Justiça turca liberou o acesso às redes sociais nesta terça-feira (7/4), depois da suspensão do bloqueio que ainda afetava o YouTube. A medida visava impedir a divulgação de imagens do promotor Mehmet Selim Kiraz, morto durante um sequestro na semana passada.
Crédito:Divulgação Presidente turco pediu bloqueio das redes sociais para evitar divulgação da imagem de promotor morto

De acordo com a EFE, o bloqueio foi cancelado após representantes do canal de vídeo adotarem medidas para retirar as gravações incluídas na lista de 166 endereços censurados pela ordem judicial. Alguns registros foram retirados e outros foram apenas bloqueados para usuários do país. O mesmo material, entretanto, segue acessível em endereços do YouTube não citados na decisão.
Embora citado judicialmente, o Google permanece acessível. A medida estabelecia o bloqueio do site de buscas caso as imagens do promotor durante o sequestro não fossem retiradas do ar no prazo de 24 horas. As fotografias foram registradas no dia 31 de março pelos próprios sequestradores antes da operação policial que matou tanto os dois militantes quanto o refém.
Segundo o jornal turco Hürriyet , diversos funcionários do alto escalão do governo informaram que o Google se comprometeu a "eliminar" o material dos resultados de busca, o que poderia demorar entre sete e oito horas. As gravações e imagens, entretanto, seguem disponíveis.