Após aprovação de nova lei, bancas de SP tentam vencer concorrência
Após a prefeitura aprovar um projeto do vereador José Américo (PT), presidente da Câmara, que amplia a variedade de serviços e produtos que podem ser comercializados, as bancas de jornais de São Paulo tentam vencer a concorrência.
Atualizado em 25/11/2013 às 12:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Divulgação Bancas tentam vencer os concorrentes após nova lei
De acordo com a Folha de S.Paulo , em dez anos, padarias, lojas de conveniência e mercadinhos adquiriram 30% das vendas de periódicos e revistas. Agora, com a permissão de oferecer bebidas não-alcoólicas e alimentos industrializados como sorvetes, os comerciantes buscam novas fontes de renda que atendam ao limite de 200 g para os alimentos.
Na prática, a lei legaliza um hábito que já era comum desde os anos 1990, com exceção de regras impostas pela prefeitura. Apenas neste ano já foram aplicadas 76 multas (de R$ 115 a R$ 575). Na legislação anterior, de 2000, o limite para alimentos industrializados era de 30 g, ou o equivalente a um pacote de balas.
A expectativa é em relação ao Vale-Cultura, projeto do governo federal que oferecerá R$ 50 a quem recebe até cinco salários mínimos para comprar bens culturais, inclusive jornais e revistas. Para José Mantovani, presidente do Sindjorsp (Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas de SP), "é muito mais fácil entrar numa banca do que num teatro".





