Após 45 anos, Ethevaldo Siqueira se despede de "O Estado de S. Paulo"
Em coluna publicada no Estadão do último domingo, (21), o jornalista Ethevaldo Siqueira aproveitou para se despedir de seus leitores depois de 45 anos que passou no jornal.
Atualizado em 22/10/2012 às 13:10, por
Luiz Gustavo Pacete.
No periódico, Siqueira atuou como redator, editor, repórter especial e colunista. “Esta é minha última coluna neste Estadão . Escrevo-a com emoção porque este jornal faz parte de minha vida. Aqui comecei a trabalhar no dia 10 de março de 1967. Quando olho para trás, fico espantado ao perceber quanta coisa mudou no mundo, no Brasil e na tecnologia”.
Siqueira agradeceu o convívio com profissionais do jornal e lembrou que foi por incentivo de Júlio de Mesquita Filho que ele começou a cuidar da área de tecnologia e telecomunicações.
O jornalista também fez um balanço das mudanças tecnológicas ocorridas nestes anos. Citou suas experiências jornalísticas como quando cobriu manifestações de rua, sequestros e incêndios. “Com outros repórteres do Estadão , apanhei da polícia nas ruas e fui preso algumas vezes, simplesmente porque ousava cobrir manifestações ou congressos proibidos. A dor maior, caro leitor, era saber que nossas reportagens e artigos seriam cortados por dois censores semianalfabetos, na redação”.
Siqueira agradeceu o convívio com profissionais do jornal e lembrou que foi por incentivo de Júlio de Mesquita Filho que ele começou a cuidar da área de tecnologia e telecomunicações.
O jornalista também fez um balanço das mudanças tecnológicas ocorridas nestes anos. Citou suas experiências jornalísticas como quando cobriu manifestações de rua, sequestros e incêndios. “Com outros repórteres do Estadão , apanhei da polícia nas ruas e fui preso algumas vezes, simplesmente porque ousava cobrir manifestações ou congressos proibidos. A dor maior, caro leitor, era saber que nossas reportagens e artigos seriam cortados por dois censores semianalfabetos, na redação”.





