Após 400 dias, correspondente australiano da Al-Jazeera é libertado pelo Egito

No último domingo (1/2), o jornalista Peter Greste, correspondente da Al-Jazeera, preso há 400 dias no Egito foi libertado e extraditado para Austrália, seu país de origem.

Atualizado em 02/02/2015 às 09:02, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista estava preso no Egito desde dezembro de 2013



Segundo a BBC, não há informações sobre a libertação dos outros dois funcionários da emissora que foram presos com ele, Mohamed Fahmy e Baher Mohamed. Todos eles foram presos, acusados e condenados por supostamente colaborarem com a banida Irmandade Muçulmana após a derrubada do presidente Mohammed Morsi pelos militares em 2013.


No entanto, todos os réus negaram as acusações e disseram que seu julgamento foi uma farsa. Durante a defesa, os três homens disseram que estavam simplesmente relatando as notícias.


Em janeiro deste ano, o tribunal superior do Egito havia ordenado um novo julgamento para os três. Porém, uma autoridade egípcia disse à agência de notícias France Presse que houve uma "decisão presidencial de deportar Peter Greste para a Austrália."


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