Após 20 anos, ex-assessora revela saia-justa com piloto francês no enterro de Senna
Após 20 anos, ex-assessora conta fatos desconhecidos até então sobre a morte de Senna.
Atualizado em 06/05/2014 às 12:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A ex-assessora de imprensa de Ayrton Senna, Betise Assumpção, que prestava serviços para o piloto quando de sua morte, em 1994, revelou em seu mais um fato até então desconhecido sobre a morte do tricampeão. Segundo ela, o francês Alain Prost teve que ser retirado por ela da linha de frente dos carregadores do caixão do brasileiro.
Crédito:Divulgação Ex-assessora de imprensa de Ayrton Senna faz revelações sobre enterro do piloto
A jornalista, hoje casada com Patrick Head, projetista da Williams, relata que por sua intervenção, Gerhard Berger, "o melhor amigo de Ayrton na F-1", e Emerson Fittipaldi foram os escolhidos para puxar a fila dos carregadores.
"Gerhard Berger veio correndo para mim, indignado. ''Betise, você tem de fazer alguma coisa. Fulano/a me disse que Alain (Prost) e Jackie (Stewart) serão os homens de frente carregando o caixão! Aparentemente, é por ordem de quem ganhou mais títulos Mundiais! Você tem que mudar isso. Eles são as duas pessoas que o Ayrton mais odiava, que mais complicaram a vida dele.'' Ele estava horrorizado e, francamente, eu também. Meu estômago começou a doer", relatou.
Na última quinta-feira (1/4), Betise ainda revelou que precisou mentir para a família do piloto por aproximadamente cinco horas, mantendo esperanças de que ele pudesse sobreviver. No entanto, Bernie Ecclestone, dirigente máximo da F-1, já havia dito a ela e a Leonardo Senna, irmão de Ayrton, que o ídolo brasileiro morreu na pista de Ímola. A medida foi tomada para que a corrida não fosse interrompida, uma exigência da legislação italiana à época.
Crédito:Divulgação Ex-assessora de imprensa de Ayrton Senna faz revelações sobre enterro do piloto
A jornalista, hoje casada com Patrick Head, projetista da Williams, relata que por sua intervenção, Gerhard Berger, "o melhor amigo de Ayrton na F-1", e Emerson Fittipaldi foram os escolhidos para puxar a fila dos carregadores.
"Gerhard Berger veio correndo para mim, indignado. ''Betise, você tem de fazer alguma coisa. Fulano/a me disse que Alain (Prost) e Jackie (Stewart) serão os homens de frente carregando o caixão! Aparentemente, é por ordem de quem ganhou mais títulos Mundiais! Você tem que mudar isso. Eles são as duas pessoas que o Ayrton mais odiava, que mais complicaram a vida dele.'' Ele estava horrorizado e, francamente, eu também. Meu estômago começou a doer", relatou.
Na última quinta-feira (1/4), Betise ainda revelou que precisou mentir para a família do piloto por aproximadamente cinco horas, mantendo esperanças de que ele pudesse sobreviver. No entanto, Bernie Ecclestone, dirigente máximo da F-1, já havia dito a ela e a Leonardo Senna, irmão de Ayrton, que o ídolo brasileiro morreu na pista de Ímola. A medida foi tomada para que a corrida não fosse interrompida, uma exigência da legislação italiana à época.





