Apoiadores do exército libanês invadem escritório da Al Jazeera em Beirute
Grupo queria que o jornalista Faisal al-Qassem renunciasse ao cargo
Atualizado em 30/09/2014 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Manifestantes apoiadores do exército libanês invadiram o escritório do canal árabe Al Jazeera, em Beirute, na última segunda-feira (29/9), depois que um jornalista publicou um tuíte ridicularizando os militares.
Crédito:Reprodução/Twitter Manifestantes queriam que jornalista pedisse desculpas por insultar militares libaneses
De acordo com a AFP, carregando faixas em apoio aos militares, dezenas de ativistas de um grupo, até então desconhecido, chamado "Omega", se reuniram na sede da emissora. Eles se recusaram a deixar o local até que recebessem desculpas.
O grupo pediu que o jornalista Faisal al-Qassem renunciasse ao cargo. O profissional havia dito que as únicas conquistas que o exército libanês fez desde sua criação foi gravar videoclipes com cantores libaneses como Haifa Wehbe, Elissa e Najwa Karam. Ela ainda afirmou que apenas filmagens são feitas em acampamentos de refugiados sírios no Líbano.
Também foram feitos questionamentos durante o semanário "Al Itijah al Muakis", exibido pelo canal, que fez duras críticas contra a força armada nacional. As declarações ocorreram dias depois que o Exército intensificou a repressão aos acampamentos de refugiados sírios em Arsal.
Crédito:Reprodução/Twitter Manifestantes queriam que jornalista pedisse desculpas por insultar militares libaneses
De acordo com a AFP, carregando faixas em apoio aos militares, dezenas de ativistas de um grupo, até então desconhecido, chamado "Omega", se reuniram na sede da emissora. Eles se recusaram a deixar o local até que recebessem desculpas.
O grupo pediu que o jornalista Faisal al-Qassem renunciasse ao cargo. O profissional havia dito que as únicas conquistas que o exército libanês fez desde sua criação foi gravar videoclipes com cantores libaneses como Haifa Wehbe, Elissa e Najwa Karam. Ela ainda afirmou que apenas filmagens são feitas em acampamentos de refugiados sírios no Líbano.
Também foram feitos questionamentos durante o semanário "Al Itijah al Muakis", exibido pelo canal, que fez duras críticas contra a força armada nacional. As declarações ocorreram dias depois que o Exército intensificou a repressão aos acampamentos de refugiados sírios em Arsal.





