Apesar de habeas corpus, acusados pela morte de Santiago Andrade permanecerão presos
21 manifestantes acusados de participar de atos violentos em RJ foram liberados. Suspeitos pela morte de cinegrafista continuam presos.
Atualizado em 24/07/2014 às 13:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os ativistas presos por participação em atos violentos no Rio de Janeiro devem ser soltos nesta quinta-feira (24/7). O desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal, aceitou o pedido de habeas corpus a 21 manifestantes. No entanto, os acusados pela morte do repórter cinematográfico Santiago Andrade, da Band, continuam presos.
Crédito:Reprodução Acusados pela morte de Santiago Andrade seguiram detidos
Segundo o G1, Fábio Raposo e Caio Silva respondem ao processo sobre a morte do cinegrafista, em fevereiro deste ano. Apesar de aceitar o pedido de habeas corpus, a decisão de Darlan não deve beneficiar os suspeitos, que continuam presos pela ordem de prisão que investiga o caso de Andrade. Além deles, Elisa Quadros, Camila Jourdan e Igor D’icarahy seguem detidos.
As prisões fazem parte de um inquérito que investiga a participação de um grupo de manifestantes em atos violentos praticado durante protestos no Rio de Janeiro. Os documentos sobre o caso foram entregues no dia 18 ao Ministério Público Estadual. Na época, a polícia pediu a prisão preventiva de 23 pessoas.
Crédito:Reprodução Acusados pela morte de Santiago Andrade seguiram detidos
Segundo o G1, Fábio Raposo e Caio Silva respondem ao processo sobre a morte do cinegrafista, em fevereiro deste ano. Apesar de aceitar o pedido de habeas corpus, a decisão de Darlan não deve beneficiar os suspeitos, que continuam presos pela ordem de prisão que investiga o caso de Andrade. Além deles, Elisa Quadros, Camila Jourdan e Igor D’icarahy seguem detidos.
As prisões fazem parte de um inquérito que investiga a participação de um grupo de manifestantes em atos violentos praticado durante protestos no Rio de Janeiro. Os documentos sobre o caso foram entregues no dia 18 ao Ministério Público Estadual. Na época, a polícia pediu a prisão preventiva de 23 pessoas.





