Apesar de acusada de “chapa branca”, rede social do governo aceita críticas a Dilma
Nesta quinta-feira (17/7), o governo federal lançou formalmente sua rede social em versão experimental. O "Participatório", abrevi
Atualizado em 18/07/2013 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta quinta-feira (17/7), o governo federal lançou formalmente sua rede social em versão experimental. O " ", abreviação de Observatório Participativo da Juventude, pretende aproximar o governo dos jovens brasileiros após a recente onda de manifestações no país.
Crédito:Reprodução Rede social tem comunidades contra Dilma e Lula
Segundo a Folha de S.Paulo , apesar das críticas afirmarem que o Participatório se trata de uma rede "chapa branca", já foram criadas comunidades com títulos como “Fora Dilma”. O governo afirma que a moderação da rede será feita somente após a postagem dos comentários.
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) disse que a rede já recebeu críticas até do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. "Lula me ligou e perguntou que nome era esse, se era porque eu era da igreja. Falei que ele era velho e que esse é o nome que a meninada usa", disse.
Carvalho acredita que o Participatório vai ajudar o governo a "errar menos". "Temos que ter a coragem do diálogo, de ouvir aquilo que nos agrada e nos desagrada", afirma o ministro.
O professor da Universidade de Brasília, Lúcio Teles, especialista em informática e educação, diz que a rede pode ser mais importante para o governo do que para os jovens e que talvez fosse mais eficiente para o diálogo usar as redes mais existentes, como o Facebook ou Twitter. "O sucesso da ferramenta depende de como o governo vai lidar com as críticas e responder as demandas”, diz o professor.
Crédito:Reprodução Rede social tem comunidades contra Dilma e Lula
Segundo a Folha de S.Paulo , apesar das críticas afirmarem que o Participatório se trata de uma rede "chapa branca", já foram criadas comunidades com títulos como “Fora Dilma”. O governo afirma que a moderação da rede será feita somente após a postagem dos comentários.
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) disse que a rede já recebeu críticas até do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. "Lula me ligou e perguntou que nome era esse, se era porque eu era da igreja. Falei que ele era velho e que esse é o nome que a meninada usa", disse.
Carvalho acredita que o Participatório vai ajudar o governo a "errar menos". "Temos que ter a coragem do diálogo, de ouvir aquilo que nos agrada e nos desagrada", afirma o ministro.
O professor da Universidade de Brasília, Lúcio Teles, especialista em informática e educação, diz que a rede pode ser mais importante para o governo do que para os jovens e que talvez fosse mais eficiente para o diálogo usar as redes mais existentes, como o Facebook ou Twitter. "O sucesso da ferramenta depende de como o governo vai lidar com as críticas e responder as demandas”, diz o professor.





