Ao completar cinco anos no ar, "JR News" reforça sua presença multiplataforma
Ao completar cinco anos no ar, o “JR News” busca reforçar um de seus principais pilares: ser multiplataforma. Já idealizado nesse formato, com exibição na Record News e transmissão simultânea pelo portal R7, o programa, comandado pelo apresentador Heródoto Barbeiro, passou a exibir, em tempo real, suas reuniões de pautas via Facebook.
Atualizado em 14/06/2016 às 16:06, por
Gabriela Ferigato.
Crédito:divulgação Heródoto Barbeiro, apresentador do JR News Agendada para acontecer diariamente às 16h30 por meio do Live Facebook Mentions, a ação tem como objetivo apresentar os temas que serão abordados no programa e agregar comentários dos telespectadores. “As pessoas ficam sabendo quais assuntos vamos debater no dia e podem mandar perguntas, palpitar”, conta Heródoto.
Ao longo desses últimos anos, o telejornal, com a equipe formada por Maria da Neves (editora-chefe do JR News), Ailton Mineiro Nasser (diretor de programação da Record News) e Luiz Pimentel (diretor de conteúdo do R7), também deixou de lado a tradicional bancada, permitindo que o apresentador tenha maior mobilidade dentro do estúdio.
Segundo o apresentador, o programa ambiciona interpretar seu público – o que ele quer ouvir, qual o seu grau de dificuldade para entender as notícias. “É um desafio fazer telejornal às 21 horas. O telespectador já ouviu todas as notícias, porque saiu em tudo que é lugar. Chegou em sua casa e veio ouvindo rádio. O nosso critério é explicar as notícias por meio de nossos comentaristas e entrevistados. Toda noite trazemos três pessoas para explicar algo que foi falado o dia inteiro e, muitas vezes, a pessoa não sabe do que se trata”.
Barbeiro ressalta o compromisso em trazer convidados que opinam a favor ou contra determinado assunto, ou seja, diferentes pontos de vista. Como exemplo, cita que antes da votação do impeachment de Dilma Rousseff o programa trouxe, durante duas semanas, dez entrevistados com opiniões diferentes sobre o processo.
“Eu costumo dizer que não estamos aqui para fazer a cabeça das pessoas, mas para apurar, informar corretamente e, assim, a pessoa forme sua própria opinião. A impressão que tenho é que, na medida que explicamos as coisas, as pessoas passam a gostar do assunto. Procuramos ser didáticos e explicativos”.





