Antropóloga das massas

Antropóloga das massas

Atualizado em 09/07/2009 às 21:07, por Igor Ribeiro,  Editor-Executivo e  enviado especial ao Rio de Janeiro.

Por COM NOVO QUADRO NO "FANTÁSTICO", REGINA CASÉ CONTA COMO CONSTRUIU SUA CARREIRA RECENTE COM A PREMISSA DE SE COMUNICAR COM O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL E COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR NESSA MISSÃO

Regina Casé admite que sofre do mal da atriz de novela que é confundida na rua com o personagem. Acostumou-se, assim, a ser chamada de Tina, por conta da Tina Pepper que representou em "Cambalacho"; ou de Rosalva, por causa de seu papel em "As Filhas da mãe". Mas e quando apresentou programas, repletos de sua verve comunicadora? Curiosamente, também aconteceu uma troca semelhante, agora pelo nome das atrações: "Muvuca", "Periferia", "Brasil". "Eu ando pela praia, o pessoal acena para mim e diz: 'Fala Brasil! Como tá, Brasil? Vai lá no meu barraco!' Veem em mim o Brasil e eu acho isso ótimo, porque mostra que estou me comunicando bem com o lugar em que vivo", explica. Não bastasse a virada televisiva que "Brasil Legal" representou, o programa apresentado por Regina de 1994 a 1998 colou em sua identidade, feito foto em RG. Desse mesmo ponto de partida - dar voz aos anônimos das ruas do país afora sobre os mais diversos assuntos -, Regina norteou quase todas as atrações documentais que realizou. Assim também é "Vem com tudo", quadro que apresenta no "Fantástico" desde junho passado.

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