Antonio Fagundes no "Marília Gabriela Entrevista"
Antonio Fagundes no "Marília Gabriela Entrevista"
Atualizado em 29/08/2005 às 10:08, por
Fonte: Holofote.
O programa Marília Gabriela Entrevista deste domingo 4/9 recebe Antonio Fagundes, galã aos 20, 30, 40 e agora aos 50 anos. Atualmente está em cartaz com a peça "As Mulheres da Minha vida" - ao lado das atrizes, Paloma Duarte, Chris Couto, Fernanda Dumbra, Amazyles de Almeida, Eliana Rocha e Julia Novaes -, um espetáculo sobre um homem que fala de seus sentimentos, dirigido por Daniel Filho.
Fagundes começa a conversa com Gabi em tom familiar, falando dos grandes amores de sua vida: a mãe Lidia e as filhas, Dinah e Diana. Fala também da sua paixão pelos livros e por ser conhecido como um leitor compulsivo. Já escreveu peças, episódios para alguns programas da TV Globo e até foi colunista de jornal. Perguntado sobre o que gostaria de ter escrito, ele não titubeia: "A Bíblia".
Totalmente avesso à internet, tem na ponta da língua a explicação para tal: "Em casa tem mais de 2.000 livros para serem lidos antes de acessar a internet". Ainda sobre a vida pessoal, afirma que discutir a relação é pratica das mulheres e dá seu ponto de vista: "Não me recuso, mas acho um saco".
Conhecido por só gravar as segundas, quartas e sextas-feiras na TV Globo, diz que conquistou esse direito após batalhar muito, já que sempre tentou conciliar TV e teatro e precisava de tempo suficiente para ambos. Profissionalmente, fala ainda sobre o que o atrai para aceitar os papéis que lhes são oferecidos no teatro e confessa sua timidez.
Fala de sua parceria com Daniel Filho, que já vem de outros trabalhos, como "A Dona da História" e "Dancing Days", do patrocínio para a atual peça - alcançado de última hora - e do sucesso da peça "7 minutos", que fazia uma crítica à platéia de teatro, aos espectadores que chegam atrasados às peças, atendem celulares, tossem, enfim, desrespeitam.
Quando o assunto é política, comenta o fato de já ter feito campanha política para o PT e dispara sobre o deputado Roberto Jefferson: "Estamos vendo o cara cantar ópera".
A entrevista termina com colocações sobre fazer novela e séries, a importância de se reciclar após o final de qualquer trabalho, e os comentários sobre o filho Bruno, que estréia no filme "Fim de Linha".
Fagundes começa a conversa com Gabi em tom familiar, falando dos grandes amores de sua vida: a mãe Lidia e as filhas, Dinah e Diana. Fala também da sua paixão pelos livros e por ser conhecido como um leitor compulsivo. Já escreveu peças, episódios para alguns programas da TV Globo e até foi colunista de jornal. Perguntado sobre o que gostaria de ter escrito, ele não titubeia: "A Bíblia".
Totalmente avesso à internet, tem na ponta da língua a explicação para tal: "Em casa tem mais de 2.000 livros para serem lidos antes de acessar a internet". Ainda sobre a vida pessoal, afirma que discutir a relação é pratica das mulheres e dá seu ponto de vista: "Não me recuso, mas acho um saco".
Conhecido por só gravar as segundas, quartas e sextas-feiras na TV Globo, diz que conquistou esse direito após batalhar muito, já que sempre tentou conciliar TV e teatro e precisava de tempo suficiente para ambos. Profissionalmente, fala ainda sobre o que o atrai para aceitar os papéis que lhes são oferecidos no teatro e confessa sua timidez.
Fala de sua parceria com Daniel Filho, que já vem de outros trabalhos, como "A Dona da História" e "Dancing Days", do patrocínio para a atual peça - alcançado de última hora - e do sucesso da peça "7 minutos", que fazia uma crítica à platéia de teatro, aos espectadores que chegam atrasados às peças, atendem celulares, tossem, enfim, desrespeitam.
Quando o assunto é política, comenta o fato de já ter feito campanha política para o PT e dispara sobre o deputado Roberto Jefferson: "Estamos vendo o cara cantar ópera".
A entrevista termina com colocações sobre fazer novela e séries, a importância de se reciclar após o final de qualquer trabalho, e os comentários sobre o filho Bruno, que estréia no filme "Fim de Linha".






