Anthony Garotinho afirma sofrer campanha de “perseguição” da Rede Globo
Após citar denúncias contra a Globo em entrevista ao canal, o líder na disputa pelo governo do RJ atribui sua taxa de rejeição à emissora.
Atualizado em 22/09/2014 às 14:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Anthony Garotinho (PR), candidato mais bem colocado nas pesquisas de intenção de voto ao governo do Rio de Janeiro com 25% de preferência do eleitorado, acumula polêmicas envolvendo a Rede Globo. Após conceder ao canal citando denúncias em que o veículo é réu, o político atribui sua alta taxa de rejeição à emissora e não à sua gestão no passado.
Crédito:Agência Câmara Candidato acusa emissora de persegui-lo durante campanha eleitoral
Em à revista CartaCapital , o ex-governador do estado manteve o tom de críticas ao canal. Durante o telejornal matinal "RJTV", ele chegou a citar o suposto desvio de verba para paraísos fiscais e sonegação de impostos que a Globo responde na Justiça, como também o editorial publicado após as jornadas de junho para lamentar o erro de se posicionar a favor da ditadura militar.
Garotinho afirma ser alvo da emissora. “Acho que isso se deve pela minha luta de enfrentamento contra o monopólio exercido pelas Organizações Globo. E também pelo fim de alguns privilégios que eles tinham no estado do Rio de Janeiro”, explica. “No segundo turno vamos ter dez minutos de televisão. Será tempo o suficiente para desmentir a campanha que eu sofri nos últimos anos”, disse.
Crédito:Agência Câmara Candidato acusa emissora de persegui-lo durante campanha eleitoral
Em à revista CartaCapital , o ex-governador do estado manteve o tom de críticas ao canal. Durante o telejornal matinal "RJTV", ele chegou a citar o suposto desvio de verba para paraísos fiscais e sonegação de impostos que a Globo responde na Justiça, como também o editorial publicado após as jornadas de junho para lamentar o erro de se posicionar a favor da ditadura militar.
Garotinho afirma ser alvo da emissora. “Acho que isso se deve pela minha luta de enfrentamento contra o monopólio exercido pelas Organizações Globo. E também pelo fim de alguns privilégios que eles tinham no estado do Rio de Janeiro”, explica. “No segundo turno vamos ter dez minutos de televisão. Será tempo o suficiente para desmentir a campanha que eu sofri nos últimos anos”, disse.





