Anistia Internacional pede investigação sobre assassinato de jornalista na Índia
Jagendra Singh foi queimado vivo na última segunda-feira (8/6)
Atualizado em 11/06/2015 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Anistia Internacional (AI) solicitou uma investigação sobre o suposto envolvimento do ministro Ram Murti Verma, do Partido Samajwadi, na morte do jornalista , queimado vivo na última segunda-feira (8/6).
Crédito:Reprodução/Facebook Anistia Internacional quer investigação da morte de Jagendra Singh
O crime teria ocorrido por uma publicação de Singh no Facebook que denunciava o ministro de praticar atividades ilegais em mineração e ocupação de terras. "De onde o ministro Ram Murti adquiriu propriedades? Ele está envolvido no desenvolvimento de colônias ilegais ao redor da cidade", escreveu.
"Este ataque horrível destaca os perigos que os jornalistas possam enfrentar em seu trabalho", destacou Babu Shemeer, membro da AI na Índia. A entidade pediu ao governo para lançar uma apuração independente sobre o caso.
O Conselho de Imprensa da Índia também solicitou uma investigação especial sobre o assassinato ao argumentar que foi "um ataque à liberdade de imprensa". Os jornalistas são frequentemente perseguidos e intimidados pela polícia, por políticos e burocratas no país.
O filho do jornalista, Raghvendra Sing, disse que o pai já havia sido ameaçado outras vezes, além de apontar o ministro como "mandante do crime". "Eles [policiais] invadiram a nossa casa e questionaram o meu pai sobre suas mensagens no Facebook. Em seguida, começaram a bater nele, derramaram gasolina sobre o seu corpo e atearam fogo".
Em entrevista, a esposa de Singh afirmou que ele foi morto por policiais. "O inspetor e outros policiais invadiram a sala, derramaram gasolina sobre ele [Singh] e o deixaram em chamas. Eles são capangas do ministro Ram Murti, que também está envolvido", disse.
A polícia, no entanto, negou a denúncia e comentou que o jornalista cometeu suicídio. "Nós tentamos prendê-lo, mas ele se suicidou”.
Crédito:Reprodução/Facebook Anistia Internacional quer investigação da morte de Jagendra Singh
O crime teria ocorrido por uma publicação de Singh no Facebook que denunciava o ministro de praticar atividades ilegais em mineração e ocupação de terras. "De onde o ministro Ram Murti adquiriu propriedades? Ele está envolvido no desenvolvimento de colônias ilegais ao redor da cidade", escreveu.
"Este ataque horrível destaca os perigos que os jornalistas possam enfrentar em seu trabalho", destacou Babu Shemeer, membro da AI na Índia. A entidade pediu ao governo para lançar uma apuração independente sobre o caso.
O Conselho de Imprensa da Índia também solicitou uma investigação especial sobre o assassinato ao argumentar que foi "um ataque à liberdade de imprensa". Os jornalistas são frequentemente perseguidos e intimidados pela polícia, por políticos e burocratas no país.
O filho do jornalista, Raghvendra Sing, disse que o pai já havia sido ameaçado outras vezes, além de apontar o ministro como "mandante do crime". "Eles [policiais] invadiram a nossa casa e questionaram o meu pai sobre suas mensagens no Facebook. Em seguida, começaram a bater nele, derramaram gasolina sobre o seu corpo e atearam fogo".
Em entrevista, a esposa de Singh afirmou que ele foi morto por policiais. "O inspetor e outros policiais invadiram a sala, derramaram gasolina sobre ele [Singh] e o deixaram em chamas. Eles são capangas do ministro Ram Murti, que também está envolvido", disse.
A polícia, no entanto, negou a denúncia e comentou que o jornalista cometeu suicídio. "Nós tentamos prendê-lo, mas ele se suicidou”.





