O resultado das investigações está no documento "Sequestros e Tortura no Leste da Ucrânia".
O relatório traz denúncias de sequestros e torturas cometidos por grupos separatistas armados e por forças partidárias de Kiev. Segundo a AI, nas regiões orientais de Donetsk y Luhansk, dominadas por grupos pró-russos, os sequestros visaram também os jornalistas, ativistas, manifestantes e empresários.
Segundo o subdiretor da Anistia para a Europa e Ásia Central, Denis Krivosheev, os separatistas armados submetem suas vítimas a “agressões e torturas repugnantes” e há provas de que “as forças partidárias de Kiev” respondem por “um número menor de abusos”.
A organização pede ao governo ucraniano que crie um “registro único, frequentemente atualizado”, das denúncias de sequestros, e que investigue a fundo cada caso de “uso excessivo de força, maus-tratos ou tortura”.
O relatório traz denúncias de sequestros e torturas cometidos por grupos separatistas armados e por forças partidárias de Kiev. Segundo a AI, nas regiões orientais de Donetsk y Luhansk, dominadas por grupos pró-russos, os sequestros visaram também os jornalistas, ativistas, manifestantes e empresários.
Segundo o subdiretor da Anistia para a Europa e Ásia Central, Denis Krivosheev, os separatistas armados submetem suas vítimas a “agressões e torturas repugnantes” e há provas de que “as forças partidárias de Kiev” respondem por “um número menor de abusos”.
A organização pede ao governo ucraniano que crie um “registro único, frequentemente atualizado”, das denúncias de sequestros, e que investigue a fundo cada caso de “uso excessivo de força, maus-tratos ou tortura”.

