Anistia Internacional critica condenação de repórter investigativa no Azerbaijão
A Anistia Internacional (AI) criticou a condenação da repórter investigativa Khadija Ismayilova, da Radio Free Europe, no Azerbaijão. Ela deve responder a uma pena de 20 anos de prisão.
Atualizado em 01/09/2015 às 12:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
a condenação da repórter investigativa , da Radio Free Europe, no Azerbaijão. Ela deve responder a uma pena de 20 anos de prisão.
Crédito:Reprodução/YouTube Jornalista foi condenada a 20 anos de prisão
De acordo com o Jornali , Khadija foi acusada de evasão fiscal e de incentivar uma tentativa de suicídio. Ela é conhecida por trabalhos de investigação sobre o crime organizado e corrupção. Em 2012, foi agraciada com o Prêmio da Coragem em Jornalismo, pela International Women Media Foundation.
Em comunicado à imprensa, o diretor-adjunto da Anistia Internacional para a Europa e Ásia Central, Denis Krivosheev, acusou o julgamento de ser baseado em “acusações fabricadas”.
Embora o homem que a acusou de "incitar ao suicídio" ter assumido em tribunal que o fez sobre pressão, Khadija permaneceu como culpada pelo crime. Para a entidade, a medida é um "ataque à liberdade de expressão".
Crédito:Reprodução/YouTube Jornalista foi condenada a 20 anos de prisão
De acordo com o Jornali , Khadija foi acusada de evasão fiscal e de incentivar uma tentativa de suicídio. Ela é conhecida por trabalhos de investigação sobre o crime organizado e corrupção. Em 2012, foi agraciada com o Prêmio da Coragem em Jornalismo, pela International Women Media Foundation.
Em comunicado à imprensa, o diretor-adjunto da Anistia Internacional para a Europa e Ásia Central, Denis Krivosheev, acusou o julgamento de ser baseado em “acusações fabricadas”.
Embora o homem que a acusou de "incitar ao suicídio" ter assumido em tribunal que o fez sobre pressão, Khadija permaneceu como culpada pelo crime. Para a entidade, a medida é um "ataque à liberdade de expressão".





