Ameaças contra jornalistas aumentam em meio a conflito entre terroristas e governos, diz CPJ
O conflito entre grupos terroristas e governos fizeram com que os últimos anos fossem os mais perigosos para os jornalistas, apontou o relat
Atualizado em 28/04/2015 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O conflito entre grupos terroristas e governos fizeram com que os últimos anos fossem os mais perigosos para os , apontou o relatório "Ataques à Imprensa", elaborado pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).
Crédito:Reprodução/CPJ
Relatório mostra aumento dos riscos aos jornalistas Segundo a AFP, o documento é uma coletânea de ensaios de especialistas regionais do Comitê, incluindo dois com análises sobre os riscos para a profissão no Paraguai e no México relacionados ao vínculo de organizações ao tráfico de drogas ou contrabando. "Alguns jornalistas são sequestrados ou assassinados por grupos militantes, enquanto outros são vigiados, censurados ou detidos por governos que buscam responder a esta ameaça, real ou percebida", diz o CPJ.
"Da segurança cibernética até a segurança física, os desafios enfrentados pelos jornalistas hoje são mais complexos que nunca e procedem de lugares tradicionalmente complexos como Oriente Médio, África e América Latina, assim como de países comparativamente estáveis na Europa, Ásia e América do Norte", pondera na introdução feita pela jornalista Christiane Amanpour, da CNN.
Para o diretor executivo do CPJ, Joel Simon, os repórteres estão presos em uma "dinâmica de terror", ameaçados por personagens não estatais e com restrições em seus direitos civis, incluindo a liberdade de imprensa.
Outra contribuição para a violência contra os profissionais foi a ação do grupo radical Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Foram 60 mortes confirmadas em 2014, um dos anos mais violentos para o jornalismo, ressalta o CPJ.
Na América Latina, o Paraguai registrou a morte de três jornalistas no exercício da profissão, enquanto Brasil e México registraram duas mortes cada. Na semana passada, a entidade divulgou um relatório com os 10 países de maior censura no mundo, uma lista liderada por Eritreia, Coreia do Norte e Arábia Saudita.
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