Amaury Ribeiro Jr. e mais cinco serão notificados por quebrar sigilo de Serra em 2010

A Justiça Federal em Brasília exigiu a notificação do jornalista Amaury Ribeiro Júnior e de mais cinco suspeitos de envolvimento com a quebra de sigilo de pessoas ligadas ao tucano José Serra durante a campanha eleitoral de 2010.

Atualizado em 07/11/2013 às 09:11, por Redação Portal IMPRENSA.



Crédito:Divulgação Jornalista ainda não recebeu notificação sobre a ação

De acordo com a Agência Estado, o Ministério Público Federal denunciou, em julho passado, Amaury Ribeiro, os despachantes Dirceu Garcia e Antonio Carlos Atella, a servidora pública Adeildda dos Santos e Ademir Cabral pelos crimes de corrupção ativa, violação de sigilo funcional, falsificação de documento, falsidade ideológica e uso de documento falso.


A assessoria de comunicação da Procuradoria da República no Distrito Federal comunicou, ainda, que não foi intimada sobre uma decisão da Justiça. O advogado do jornalista alegou que o cliente não recebeu a citação para responder à denúncia, alegando que, apenas depois de encaminhada a resposta à acusação, o juiz responsável estabelecerá a abertura da ação penal ou arquivamento do caso.


A ação é referente à campanha de 2010, quando Dilma Rousseff venceu Serra na disputa pela Presidência da República. Na ocasião, dados fiscais sigilosos do tucano Eduardo Jorge compunham um dossiê supostamente encomendado por integrantes da campanha petista. Segundo a investigação da Polícia Federal, o sigilo da filha de Serra, Verônica, também teria sido quebrado.


Tucanos responsabilizaram aliados da campanha de Dilma por participação na quebra de sigilo. Amaury Ribeiro teria acusado o presidente do PT, Rui Falcão, de participação no caso. No entanto, ele negou envolvimento.


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