Alexandre Espírito Santo e André Telles
Alexandre Espírito Santo e André Telles
Atualizado em 18/10/2010 às 17:10, por
Luiz Gustavo Pacete e Laura Cantal e da equipe de estagiários.
Por Alexandre Espírito Santo, economista e professor de relações internacionais (Rio de Janeiro)
"Meu veiculo principal de leitura sobre o tema é o Valor Econômico. Leio inteiro, não só a parte de finanças e empresas. Além da Agência Estado e outros jornais como O Globo e Folha de S.Paulo. Aqui no Rio acesso algumas partes, sobretudo finanças que é o Jornal do Comércio, parte do meu tempo é dedicado a consumir informação. Em relação a revistas, sempre tenho acesso à Carta Capital, que sou assinante, e à Exame. Apesar de a Carta Capital ser mais parcial, pelo menos tem matérias e colunistas que eu gosto de acompanhar e a Exame é referência. Eu não vou dizer que leio a Veja, não é algo que faço constantemente, no ônibus dou uma folheada, mas não morro de amores.
Eu acho que o Valor é um veiculo muito próximo da perfeição, um jornal tipo New York Times. Acho que o Valor tem uma qualidade importante que é ter jornalistas especializados na outra ponta: quando alguém liga pra mim pra fazer uma entrevista sobre algo especifico sobre o mercado, eu encontro uma pessoa que entende do que está falando, isso é o grande ponto de um bom jornalismo, ter do outro lado uma pessoa que entende, não é um paredão, bate a pessoa traduz na linguagem que o leitor quer ouvir, muitas vezes a gente fala termos mais técnicos e ai o jornalista traduz, eles são preparados e seguem efetivamente se especializando.
O Brasil tem sérios problemas de infraestrutura, algo grave tratado de uma forma não muito técnica, porque o país está estagnado e é um discurso do qual o governo se defende. A grande vantagem é você ter um quadro muito qualificado, o que acontece com a Exame. Eu acho que tem bairrismo tanto na Folha como no Globo, isso é natural, você puxar a sardinha é natural, mas eu diria que é menos do que o Estadão."
"Meu veiculo principal de leitura sobre o tema é o Valor Econômico. Leio inteiro, não só a parte de finanças e empresas. Além da Agência Estado e outros jornais como O Globo e Folha de S.Paulo. Aqui no Rio acesso algumas partes, sobretudo finanças que é o Jornal do Comércio, parte do meu tempo é dedicado a consumir informação. Em relação a revistas, sempre tenho acesso à Carta Capital, que sou assinante, e à Exame. Apesar de a Carta Capital ser mais parcial, pelo menos tem matérias e colunistas que eu gosto de acompanhar e a Exame é referência. Eu não vou dizer que leio a Veja, não é algo que faço constantemente, no ônibus dou uma folheada, mas não morro de amores.
Eu acho que o Valor é um veiculo muito próximo da perfeição, um jornal tipo New York Times. Acho que o Valor tem uma qualidade importante que é ter jornalistas especializados na outra ponta: quando alguém liga pra mim pra fazer uma entrevista sobre algo especifico sobre o mercado, eu encontro uma pessoa que entende do que está falando, isso é o grande ponto de um bom jornalismo, ter do outro lado uma pessoa que entende, não é um paredão, bate a pessoa traduz na linguagem que o leitor quer ouvir, muitas vezes a gente fala termos mais técnicos e ai o jornalista traduz, eles são preparados e seguem efetivamente se especializando.
O Brasil tem sérios problemas de infraestrutura, algo grave tratado de uma forma não muito técnica, porque o país está estagnado e é um discurso do qual o governo se defende. A grande vantagem é você ter um quadro muito qualificado, o que acontece com a Exame. Eu acho que tem bairrismo tanto na Folha como no Globo, isso é natural, você puxar a sardinha é natural, mas eu diria que é menos do que o Estadão."
Andr é Telles, consultor na área de mídias sociais e educação (Curitiba)
"O Brasil está em 68º lugar em banda larga do mundo. Perguntei ao Serra, Marina e Dilma, como tirar o Brasil nesta situação, perguntei quatro vezes e não obtive respostas, eles não estão preparados para dar respostas ou não tem a resposta. Em minha concepção isso é um erro. Além da banda larga, os equipamentos são obsoletos, a capacidade de memória é baixa... Nas regiões Sul e Sudeste percebemos que são melhores, mas no Nordeste isso não acontece, ainda não se dá a devida atenção e não existem institutos de pesquisa... Quando me procuram [não é governo], é mais para a relação empresarial."






