Agressões a jornalistas mantiveram-se elevadas no Brasil em 2022, diz Fenaj
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lança nesta quarta-feira (25 jan/23), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo no YouTube e Facebook, a edição deste ano do Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil.
Atualizado em 23/01/2023 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
(Fenaj) lança nesta quarta-feira (25 jan/23), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo no YouTube e Facebook, a edição deste ano do Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil.
Os números adiantados pela Fenaj mostram que, apesar de uma pequena queda em relação ao ano anterior, em 2022 o número de agressões a jornalistas e a veículos de comunicação manteve-se em níveis elevados no Brasil. Crédito: Reprodução Ao todo foram 376 casos, contra 430 em 2021 - número recorde desde o início da série histórica.
Apesar da queda de 12,53%, o trabalho aponta que as agressões diretas a jornalistas tiveram crescimento em todas as regiões do país.
“Houve uma agressão por dia a jornalista no país no ano passado”, afirma Samira de Castro, presidente da Fenaj.
O trabalho também indicou crescimento superior a 130% nas ocorrências de ameaças/hostilizações/intimidações - ao todo foram 77 casos. Já as agressões físicas passaram de 26 para 49.
Os números adiantados pela Fenaj mostram que, apesar de uma pequena queda em relação ao ano anterior, em 2022 o número de agressões a jornalistas e a veículos de comunicação manteve-se em níveis elevados no Brasil. Crédito: Reprodução Ao todo foram 376 casos, contra 430 em 2021 - número recorde desde o início da série histórica.
Apesar da queda de 12,53%, o trabalho aponta que as agressões diretas a jornalistas tiveram crescimento em todas as regiões do país.
“Houve uma agressão por dia a jornalista no país no ano passado”, afirma Samira de Castro, presidente da Fenaj.
O trabalho também indicou crescimento superior a 130% nas ocorrências de ameaças/hostilizações/intimidações - ao todo foram 77 casos. Já as agressões físicas passaram de 26 para 49.





