Agências que Dizem Sim
Agências que Dizem Sim
Atualizado em 01/03/2011 às 15:03, por
Luiz Gustavo Pacete da Reportagem.
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A discussão sobre os birôs de mídia é polêmica e custa caro ao mercado brasileiro de publicidade. Mas para a maioria das agências o tema parece estar superado, conforme relatou a edição anterior do CdM, na matéria "Importação Delicada" (nº 21, pág.10). Apesar de a prática não ter regulação própria no Brasil, muitas empresas com atuação global tentam encontrar modelos que se aproximem do conceito. Nesse caso, a criatividade e a proximidade com a proposta dos anunciantes são boas soluções para não replicar o que é feito no exterior. A Publicis Brasil apostou em um projeto customizado, feito para coordenar as necessidades de mídia da Procter & Gamble, algo diferente de qualquer modelo estrangeiro, e chamou o sistema de Soluções Integradas de Mídia (SIM). "O volume de trabalho da empresa no Brasil aumentou muito e tínhamos duas opções: aumentar o quadro interno ou criar uma coordenação de mídia. Optamos pela coordenação em uma agência, valorizando o know-how dos nossos parceiros", conta Paulo Koelle, diretor de marketing da P&G. O profissional reforça que a criação de um núcleo específico é justificada pelo aumento dos investimentos da empresa em publicidade no Brasil, saindo da 24ª para a 9ª posição no ranking de anunciantes.
Sob comando do diretor nacional Marco Jacobucci, o SIM permite que as seis agências que atendem a conta no Brasil - Almap, Grey, Leo Burnett, Africa, F/Nazca e a própria Publicis - possam comprar e utilizar o espaço publicitário de forma otimizada. "Esse sistema permite uma compra de mídia eficiente e a melhor utilização possível do espaço publicitário. Tudo isso por meio de controles internos e planejamento estratégico", diz Jacobucci. Um dos principais esforços do núcleo é ajudar as agências que atendem a P&G por meio de um sistema que inclui análise, planejamento e pesquisa, capitaneados por uma equipe de dez profissionais dedicados unicamente a essa função. "O maior ganho é em velocidade. As agências da P&G do Brasil continuam liderando o processo de compra. O SIM é responsável pelo levantamento de informações, investimentos efetuados e análise de audiência. Porém em nenhum momento tiramos delas a responsabilidade no processo de planejamento e compra", esclarece Koelle.

A discussão sobre os birôs de mídia é polêmica e custa caro ao mercado brasileiro de publicidade. Mas para a maioria das agências o tema parece estar superado, conforme relatou a edição anterior do CdM, na matéria "Importação Delicada" (nº 21, pág.10). Apesar de a prática não ter regulação própria no Brasil, muitas empresas com atuação global tentam encontrar modelos que se aproximem do conceito. Nesse caso, a criatividade e a proximidade com a proposta dos anunciantes são boas soluções para não replicar o que é feito no exterior. A Publicis Brasil apostou em um projeto customizado, feito para coordenar as necessidades de mídia da Procter & Gamble, algo diferente de qualquer modelo estrangeiro, e chamou o sistema de Soluções Integradas de Mídia (SIM). "O volume de trabalho da empresa no Brasil aumentou muito e tínhamos duas opções: aumentar o quadro interno ou criar uma coordenação de mídia. Optamos pela coordenação em uma agência, valorizando o know-how dos nossos parceiros", conta Paulo Koelle, diretor de marketing da P&G. O profissional reforça que a criação de um núcleo específico é justificada pelo aumento dos investimentos da empresa em publicidade no Brasil, saindo da 24ª para a 9ª posição no ranking de anunciantes.
Sob comando do diretor nacional Marco Jacobucci, o SIM permite que as seis agências que atendem a conta no Brasil - Almap, Grey, Leo Burnett, Africa, F/Nazca e a própria Publicis - possam comprar e utilizar o espaço publicitário de forma otimizada. "Esse sistema permite uma compra de mídia eficiente e a melhor utilização possível do espaço publicitário. Tudo isso por meio de controles internos e planejamento estratégico", diz Jacobucci. Um dos principais esforços do núcleo é ajudar as agências que atendem a P&G por meio de um sistema que inclui análise, planejamento e pesquisa, capitaneados por uma equipe de dez profissionais dedicados unicamente a essa função. "O maior ganho é em velocidade. As agências da P&G do Brasil continuam liderando o processo de compra. O SIM é responsável pelo levantamento de informações, investimentos efetuados e análise de audiência. Porém em nenhum momento tiramos delas a responsabilidade no processo de planejamento e compra", esclarece Koelle.
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