Agência Lupa lança projeto de checagem de informações e boatos durante o período eleitoral
Projeto é feito em parceria com o Facebook e o AppCívico
Atualizado em 03/04/2018 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Agência Lupa, especializada em checagem de informações, lançou ontem, com o apoio do Facebook, o Projeto Lupe!, dedicado à checagem de conteúdos relacionados às eleições deste ano no Brasil.
Crédito:Divulgação Divido em quatro partes, o projeto traz para o Brasil uma tecnologia de ponta que já foi testada, em períodos eleitorais, por outros membros da International Fact-Checking Network (IFCN), rede de checadores da qual a Lupa faz parte.
O novo projeto será hospedado na Página da Agência Lupa no e incluirá as seguintes ações:
Verificação de declarações de candidatos à Presidência - durante o período eleitoral, com a publicação de checagens em formato de textos e vídeos (20 boletins). As declarações feitas por candidatos a governador também serão verificadas, em formato de texto. Todos os candidatos terão direito a se manifestar nas análises publicadas.
Bot no Messenger - confrontará palavras-chave nas perguntas feitas pelas pessoas à ferramenta com as checagens que integram o acervo da Agência Lupa. Em seguida, apresentará um resumo breve sobre a conclusão da verificação (verdadeiro, falso, exagerado etc.) e links onde o eleitor pode encontrar mais dados sobre aquele tema. A Agência Lupa selou uma parceria com o AppCívico para trazer ao Brasil um sistema tecnológico inspirado no que a plataforma de fact-checking Les Decodéurs/Le Monde usou durante as eleições presidenciais da França em 2017.
Espaço dedicado a checagens de boatos que se repetem e historicamente afetam a reputação e as biografias de presidenciáveis - O levantamento de “mitos-zumbis” será feito junto a equipes de campanhas e aos próprios candidatos. A Agência Lupa será responsável pelo processo de verificação e distribuição do conteúdo.
Checagem de informações sobre as regras eleitorais brasileiras - a partir de levantamento feito pelos checadores da Lupa com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O objetivo é esclarecer boatos como “voto em branco vai para quem tem mais votos” e “se mais de 50% dos eleitores anularem o voto, a eleição precisa ser refeita”.
Crédito:Divulgação Divido em quatro partes, o projeto traz para o Brasil uma tecnologia de ponta que já foi testada, em períodos eleitorais, por outros membros da International Fact-Checking Network (IFCN), rede de checadores da qual a Lupa faz parte.
O novo projeto será hospedado na Página da Agência Lupa no e incluirá as seguintes ações:
Verificação de declarações de candidatos à Presidência - durante o período eleitoral, com a publicação de checagens em formato de textos e vídeos (20 boletins). As declarações feitas por candidatos a governador também serão verificadas, em formato de texto. Todos os candidatos terão direito a se manifestar nas análises publicadas.
Bot no Messenger - confrontará palavras-chave nas perguntas feitas pelas pessoas à ferramenta com as checagens que integram o acervo da Agência Lupa. Em seguida, apresentará um resumo breve sobre a conclusão da verificação (verdadeiro, falso, exagerado etc.) e links onde o eleitor pode encontrar mais dados sobre aquele tema. A Agência Lupa selou uma parceria com o AppCívico para trazer ao Brasil um sistema tecnológico inspirado no que a plataforma de fact-checking Les Decodéurs/Le Monde usou durante as eleições presidenciais da França em 2017.
Espaço dedicado a checagens de boatos que se repetem e historicamente afetam a reputação e as biografias de presidenciáveis - O levantamento de “mitos-zumbis” será feito junto a equipes de campanhas e aos próprios candidatos. A Agência Lupa será responsável pelo processo de verificação e distribuição do conteúdo.
Checagem de informações sobre as regras eleitorais brasileiras - a partir de levantamento feito pelos checadores da Lupa com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O objetivo é esclarecer boatos como “voto em branco vai para quem tem mais votos” e “se mais de 50% dos eleitores anularem o voto, a eleição precisa ser refeita”.





